Tridisciplina

Pessoal! O layout antigo está sendo revisado, para que volte a funcionar corretamente...

sexta-feira, junho 30, 2006

Próxima aula. Sociologia. terça-feira

Escrever em uma folha de papel, pelo menos um parágrafo, uma aprendizagem realizada durante a pesquisa, que possa ser compartilhada com os colegas.

quinta-feira, junho 29, 2006

Combinações das aulas

Dia 05 de julho a aula fica liberada para elaboração do artigo, quem quiser acompanhar a oficina da professora sobre EJA na Escola de Inverno está convidado = sem custo algum, ao menos se desejarem o certificado de extensão.
Sem esquecer que o último dia de entrega do artigo é 12/7, sendo o mesmo para Simone e para Carmen.

domingo, junho 25, 2006

Educação Indígena

Segundo o Censo Escolar, 2005, o número de indígenas matriculados em cursos de educação infantil e nos ensinos fundamental e médio cresceu 17,5% no últimos dois anos.

Abaixo, uma parte da reportagem "Capazes de vencer", da revista Desafios do Desenvolvimento de junho 2006. Beijinho Carolina Soares

"No início de maio, surgiu em São Gabriel da Cachoeira- 858km de Manaus, município com a maior população indígena do país- 76,3% dos 29,9 mil habitantes, segundo o IBGE, prepara a regulamentação de uma lei que estabelece três línguas oficiais, além do português: o nheengatu, o baníua e o tucano. Dicionários, cartilhas e iniciativas como a de São Gabriel da Cachoeira podem ajudar a estancar o processo de morte lingüística, mas nessa batalha são essenciais as pessoas, professores capazes de capturar o interesse das crianças.
A UFMG mantém o curso de formação intercultural de professores que, este ano, promoveu o segundo processo de seleção. Santa Catarina tem mais de 30 escolas indígenas com 2 mil alunos e 140 professores dos povos guarani, xoclengue e caingangue. A Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia (SED) prepara mestres para trabalhar com currículo diferenciado e ministrar aulas em português e na língua nativa de cada turma. Em Goiás foi criada a categoria de Escola Indígena, com educação bilíngüe. Crianças da aldeia Buridina Mahueri, que ocupa um bairro da cidade de Aruanã, aprendem carajá e artesanato, além das disciplinas de currículo comum. Nessa aldeia, há ainda um laboratório de informática onde o idioma é registrado no computador numa fonte especial.
"Os índios têm sede de tecnologia", diz Álvaro Tukano, do Alto Rio Negro. Representantes da Funai, do MEC, da Universidade de Brasília e do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia andaram discutindo como atender a essa demanda. Resultado: a implantação de centros de computação em três aldeias tucanas, semente de um corredor digital que deverá brotar no Alto Rio Negro, na fronteira com a Venezuela e a Colômbia, região habitada por 22 povos.
Há mais acontecendo nessa área. O portal Índios Online- rede que envolve as comunidades tupinambá, pataxó-hãhãhãe tumbalalá, da Bahia; xucuru-cariri e cariri-xocó, de Alagoas; e Pancaru, de Pernambuco, em cujas aldeias foram implantados terminais comunitários de computadores ligaos à Internet via satélite- é o resultado de uma iniciativa da ONG Thydewa, de Salvador. A Funasa também anunciou a construção de 200 telecentros em terras indígenas, nos quais os usuários serão instruídos a pesquisar e acompanhar online programas governamentais de seu interesse.

Novo perfil indígena- IBGE

A publicação "Tendências demográficas: uma análise dos indígenas com base nos resultados dos censos demográficos 1991 e 2000" surpreendeu especialistas de diversas áreas. Constatou que A POPULAÇÃO INDÍGENA AUMENTOU 150% NA DÉCADA DE 1990. Em 1991, eles eram 294mil, ou o,2% dos brasileiros. Em 2000, somavam 734 mil- 0,4% da população total. O ritmo anual de crescimento nas comunidades indígenas é quase SEIS VEZES SUPERIOR À MÉDIA NACIONAL. Os dados geram controvérsias, pois comparam bases diferentes. O Censo de 1991 foi feito somente entre os residentes em missões religiosas, em postos da FUNAI e em cidades. Em 2000, abrangeu todas as terras indígenas, além das áreas rurais e urbanas. O de 2010 incluirá o levantamento das etnias.
De qualquer maneira, especula-se sobre as razões do fenômeno. Houve crescimento vegetativo e imigração de países limítrofes, como Bolívia, Euqador, Paraguai e Peru. Em 1991, 76,1% dos índios viviam em áreas rurais. Passada uma década, a maioria deles, 52%, encontrava-se em regiões urbanas- e parecem ter decidido assumir suas raízes.
O IBGE perquisa esses povos desde 1991, no quesito "cor ou raça". Pela primeira vez, divulgou informações sobre mortalidade infantil, freqüência à escola, analfabetismo e fecundidade, entre outras.
Três exemplos de descobertas: a mortalidade infanil é maior entre os residentes nas áreas urbanas, a redução do analfabetismo foi sensível na área rural e o Nordeste é recordista em escolaridade, com índice de 67,8%.

**Tirei essas informações da revista "Desafios do desenvolvimento". Beijinho Carolina Soares**

sábado, junho 24, 2006

Atividade para Comemoração do Dia do Índio - Aula História

Acho que a melhor atividade que se poderia fazer com os alunos de uma escola, seria uma visita à uma reserva indígena, situada dentro da cidade.
Ao ver os costumes, os espaços e a vivência indígena, o aluno teria um bom "material" para guardar dentro de si, e de discursão em sala de aula, seja verbal ou escrita. Os alunos poderiam após a visita, redigir uma redação comentando o que mais gostaram no passeio e no contato com a aldeia.

Outra forma de comemorar o Dia do Índio, caso a visita à aldeia não seja possível, será o de conhecer e de reproduzir, todos os alunos juntos, em sala de aula um ritual sagrado para aquela tribo.

Vivenciando um costume indígena, se torna fácil para a pessoa se colocar no lugar do indígena, figurativamente, e compreender melhor seus valores e seus costumes. Haveria, após a vivência, um maior respeito pelo índios.

Márcia História

sexta-feira, junho 23, 2006

Senha do blog Turma A da História.

Alguém me perguntou sobre a senha do blog, como não lembro o nome e não tenho outro contato com ela e com a turma resolvi responder aqui...
A senha não foi alterada, talvez tenhas trocado ou esquecido alguma letra se quiseres te envio... Entre em contato comigo através do e-mail ca.zilio@terra.com.br.
Abraços, Cátia

segunda-feira, junho 19, 2006

Francisco de Oliveira (por Daniela Jardim)

Retirei essa entrevista do site http://www.apub.org.br/chicoliveira.htm, de uma entrevista com ele sobre a Reforma Universitária. Além desse assunto, ele também fala do Prouni, e do seu ex partido, o PT, e de concepções de partidos esquerdistas e de direita, e ainda do governo Lula. Bem relacionado com as incertezas que estamos vivendo.... espero que gostem!
Confira entrevista com Francisco de Oliveira, professor titular (aposentado) de Sociologia do Departamento de Sociologia da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), da USP, e coordenador-executivo do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania-Cenedic-USP.

Qual é a importância de um evento como o CONAD no atual momento político do país?
Francisco de Oliveira - A importância se deve ao fato de enfrentarmos uma conjuntura em que os ataques às organizações de trabalhadores e a direitos fundamentais da classe trabalhadora vêm agora num novo envelope, que é a chamada reforma universitária. Um envelope que apresenta a reformauniversitária como uma reforma para desfazer privilégios, democratizar a universidade. É um envelope de ressentimentos que existem na sociedade brasileira, porque, é claro, com as desigualdades abissais que o país tem, qualquer categoria como a de funcionários públicos, de docentes, que têm seus direitos garantidos, passa a parecer privilégio. O governo funda-se nesse ressentimento popular que existe para impor uma reforma que, na verdade, é antipopular. Essa reforma vem "envelopada" de argumentos pseudamente a favor do povo, mas, na verdade, é antipopular.
Essa reforma, portanto, representa uma grave ameaça às universidades públicas.
Francisco de Oliveira - Sim, já está em marcha um desmonte da universidade pública. Essa medida provisória que institui o Prouni e que abriu, segundo os jornais, 75 mil vagas no ensino privado destinadas a pessoas mais pobres, mais carentes, em troca de renúncia de impostos que essas empresas deveriam pagar já é parte da reforma universitária. A reforma não está apenas sendo pensada, já está sendo posta em prática, e de forma fatiada, para poder quebrar a capacidade de resistência dos movimentos do ANDES-SN e das várias associações de docentes que se opõem à reforma universitária.

O Sr. avalia que há uma crise de representação política no país, haja vista essa guinada à direita do PT, partido que o senhor ajudou a fundar?
Francisco de Oliveira - Ajudei a fundar mas já saí, há bastante tempo. Mas não me arrependo de ter saído, porque o PT foi para a direita. Essas eleições municipais deram uma certa resposta a essa "direitização" do PT. Seria salutar que o PT fizesse uma reflexão sobre suas derrotas, embora não acredite que o faça, porque sempre encontrará falsas respostas. Mas esse resultado mostrou claramente que uma parte do eleitorado não acredita mais no PT. Isso é grave. O PT não é um partido qualquer. O PT formou-se como resultado da luta de resistência contra a ditadura militar, recolhendo várias forças sociais que finalmente transformaram-se num partido. A perda dessa longa e penosa acumulação de forças o povo brasileiro vai pagar caro. As derrotas do PT nas eleições foram uma espécie de punição. Mas, paradoxalmente, em muitas cidades importantes o ganhador foi o PSDB. A direção nacional do PT, que assumiu a responsabilidade pela condução da campanha em diversas cidades, fez o milagre de ressuscitar um morto. O PSDB não conseguia fazer oposição, simplesmente porque o governo Lula está seguindo a mesma política econômica (de FHC).
O Sr. acredita então que o povo está à procura de um partido de oposição, que há espaço para o surgimento de um novo partido de esquerda?
Francisco de Oliveira - Não sei se há espaço para o surgimento de um novo partido de massa e poderoso como o PT tornou-se. Esse é um processo muito longo. O PT formou-se numa conjuntura em que lutávamos contra a ditadura, em que todo o país pedia a redemocratização, em que forças políticas que haviam sido derrotadas nas organizações armadas ainda tinham muito a dar, em que uma teologia da libertação havia animado novas bases da igreja. É nessa conjuntura que se forma o PT. Isso não se repete assim facilmente. Novos partidos, como o PSOL, ou o fortalecimento do PSTU, são necessários para, no terreno da organização política, enfrentar o PT. Mas não é visível que, a curto prazo, transformem-se em grandes organizações partidárias. Não diria que o povo está à procura de um novo partido de esquerda. Mesmo porque, não existe isso de procura, o que existe é de criação. Se setores da sociedade forem capazes de fazer novos partidos com esse perfil, certamente terão espaço político. Mas as eleições ainda não respondem completamente a essa incógnita.
Na sua avaliação, de que forma a classe trabalhadora deve lutar para fazer frente às reformas neoliberais do governo Lula?
Francisco de Oliveira - É preciso lutar em todas as frentes. Não há nenhuma que deva ser privilegiada. Esse ataque neoliberal, a continuidade da política neoliberal por outros meios, dá-se de todas as formas. Utiliza-se das reformas Universitária, Sindical e Trabalhista, além da manutenção básica da política econômica. A isso, os movimentos populares, os setores organizados da classe trabalhadora devem responder abrindo frentes de luta em todos os locais, porque é difícil hoje armar um movimento único e solidificado. É preciso enfrentar o adversário em cada terreno onde ele se apresenta.
Entrevista extraída do site www.andes.org.br e concedida durante o 49º CONAD - Conselho Nacional da Seções Sindicais e Associações Docentes do ANDES - Sindiocato Nacional.

Analise dso mapas da Africa( ROBERTA PEIXOTO - TURMA A)

A maior parte da população branca, européia acredita que os escravos Africanos, já nasceram escravos, que na África não existia cultura, que eles viviam como selvagens e então foram trazidos para o Brasil e para outros países.
Mas estudando toda a história do nosso pais e dos negros; descobrimos que isso não é verdade, que os Africanos tinham sim uma cultura, e uma bela cultura.
O povo escravizado e trazido para cá era basicamente os da costa oeste, que era a área mais facilmente explorada pelos Portugueses, e cada povo que veio foi levado para a costa leste do Brasil, povoando todo aquela região.
Cada um desses Africanos arrancados de sua cultura, veio trazendo uma bagagem da sua cultura. Muitos tinham habilidades e funções especificas que exerciam na sua terra, e chegando aqui trouxeram muito de tudo isso para nós.
Podemos ver com tudo isso, que muito do que sabemos hoje, muito dos costumes que temos, vieram deles, dos negros da África, que enriqueceram nossas vidas, nosso pais, com tudo que é de bom. Pena que foi desta forma, com a escravidão, poderia ter sido diferente.

quarta-feira, junho 14, 2006

Endereço correto

Aí vai o ebndereço do resumo do livro do Francisco de Olivira.
www.ufrgs.br/tramse/intramse/2005_07_01_archive.htm
aí está um resumo e outros comentários sobre as referências prévias ao Ornitorrinco.

Alterando a programação da próxima terça feira!

Pessoal!
Como não vou mais para o trabalho fora de Porto Alegre estou "confiscando" o horário de pesquisa da próxima semana pois temos algumas questões de nossa organização para combinar. Assim, utilizem a aula de sexta para suas pesquisas.
Peço especialmente para quem não esteve em aula nesta terça que não falte!!!
Se voces não viram o filme "Nenhum a menos" procurem saber do que se trata!
Vale a pena...
Na terça, mais do que discutir um texto pretendemos examinar nosso processo de pesquisa nos coletivos e em nossos diálogos.
A Greice diz que assim está bem!
O que vocês acham?
Bom feriado
Carmen

segunda-feira, junho 12, 2006

ornitorrinco

O QUE O AUTOR QUER DIZER COM "EVOLUCIONISMO" MARXISTA?

GOSTARIA QUE COMENTASSEMOS SOBRE O QUE FRANCISCO DE OLIVEIRA CHAMA DE A "NOVA CLASSE DO CAPITALISMO".
ALINE

terça-feira, junho 06, 2006

Aula de História da Educação no Brasil- 14/06/06

Olá pessoal!
Responder as questões do último parágrafo do texto (Des) encantos pág. 395
A aula do dia 07/06/06 será no Lies

domingo, junho 04, 2006

ANÁLISE DOS MAPAS DA ÁFRICA

ALUNA:LISANDRA VEIGA DOS SANTOS
TURMA: A
A partir da análise dos mapas(séc. XV,XVII,XVIII,XIX) e da leitura atenta do capítulo IV do livro Casa Grande e Senzala(Gilberto Freyre),nota-se a pluralidade dos costumes e tribos encontradas na África.Deve-se observar também a expansão da zona de escravização dos negros,que no século XVI começa pela Guiné,explorando a Costa do Marfim e demais regiões,contrastando com o século XVIII que dominava mais da metade da África Ocidental,exceto no século XIX que fora proibido o tráfico negreiro no Brasil.O negro se acostumou ao clima do Brasil ,que era Tropical com nuances de Equatorial,bem semelhante ao de certas regiões da África Ocidental e muitos de seus hábitos foram mantidos quando chegaram e se instalaram em terras brasileiras.
No seu livro,Gilberto Freyre classifica as tribos africanas por características físicas e de fins para o trabalho,apresentando um painel sobre as principais regiões e a intencionalidade dos portugueses em trazer negros de lá, e deve-se ressaltar também que era proibido deixar os negros de uma mesma tribo juntos,para evitar revoltas.O autor nos atenta para que mesmo sendo violentados,separados da sua região de convívio,trazidos a terra estranha e obrigados a longas jornadas de trabalho,ele nunca deixaram ?colonizar? a sua cultura,ou seja,mantiveram suas raízes em diversos setores do cotidiano:a comida,as brincadeiras,as cantigas,as danças,a religião,e que essa foi a maneira encontrada por eles para aliviarem seu sofrimento e agregarem mais diversidade a cultura brasileira.


1)COSTA DA MINA(GUINÉ,SERRA LEOA,LIBÉRIA,COSTA DO MARFIM,GANA,TOGO,BENIN,NIGÉRIA)

Oeste da África/África ocidental

Destinados a Minas Gerais e a Bahia

MINOS- os bravos,violentos;
ARDAS/ARDRAS ? descendência Gege,Daomeanos do antigo Reino da Ardia,não eram bons para tarefas do campo;
ANGOLAS ? bons para tarefas agrícolas;
CABO VERDE ? eram os mais caros,mais robustos;
GUINÉ ? eram bonitos,principalmente as mulheres e eram destinados as tarefas domésticas;
HOTENTOTES ? bons para o serviço de campo,pois criavam gado,transportavam fardos,eram mais ?acostumados? a esse tipo de trabalho;
BOXIMANE ? ainda eram nômades,porém artistas de espantosa habilidade;


2)COSTA DE ANGOLA(CONGO,GABÃO,GUINÉ,ANGOLA)

Sudoeste da África

· BANTOS ? agricultores,indústria pastoril,trabalhos em ferro e madeira,língua quimbunda ou congoense,traços de caracterização étnica mais profundo,Os bantos, originários do Sul da África, tiveram como destino os estados do Maranhão, Pernambuco e Rio de Janeiro, de onde migraram em pequenos grupos para Alagoas, Pará, Minas Gerais e São Paulo. Deve-se aos bantos a entrada no Brasil das festas do boi, do louvor a São Benedito, da capoeira, do samba, do batuque e de alguns instrumentos musicais, entre eles, o berimbau.
· ÁREA DO CONGO ? uso da banana,economia agrícola,caça e pesca domesticação da cabra,e uma hierarquia com os artistas no topo;
· HORN ORIENTAL ? organização influenciada sob o islamismo;
· SUDÃO ORIENTAL ? religião maometana,língua árabe,nomadismo,tendas.Os negros maometanos, trouxeram o islamismo para o Brasil. Foram exterminados no começo do século XIX porque, por serem alfabetizados, costumavam liderar todas as revoltas de escravos, por isso foram massacrados pelos senhores da velha cidade da Bahia. Eles eram conhecidos como grandes feiticeiros, deixando incorporada a palavra "mandinga" à língua portuguesa. Deve-se também a eles o hábito de os negros usarem amuletos, muitas vezes no pescoço, escapulários com orações milagrosas para fechar o corpo contra os perigos, inclusive mordidas de cobra e tiros.
· SUDANESES(OCIDENTAL)- Os negros sudaneses, provenientes do Golfo da Guiné, na África Ocidental, foram introduzidos na Bahia para trabalhar na lavoura. Os sudaneses, mais desenvolvidos, trouxeram o candomblé.

sábado, junho 03, 2006

Sobre o valor do trabalho

Lembrei de uma discussão que teve em uma das últimas aulas sobre o valor estigmatizado que é dado ao trabalho. O trecho abaixo é retirado do livro "De escravo a liberto um difícil caminho", da Sandra Pesavento:

"Depois da abolição.
O processo de desescravização do país foi acompanhado da popularização de novos valores:difundia-se a ideologia do progresso e da mobilidade social. O trabalho braçal, até então encarado como atividade pertinente aos negros e, como tal, degradado pelo estigma da escravidão, passou a ser visto como enobrecedor e construtor da riqueza. Proclamava-se o princípio de solidariedade entre as classes, tão caro à sociedade burguesa, afirmando que os homens são iguais perante a lei, mas ocultando a evidência de que são desiguais frente à distribuição de riqueza.
A nova concepção de trabalho, agora valorizado positivamente, foi associada ao trabalhador branco de origem européia. Por uma curiosa inversão, aquele que por mais de três séculos havia sido a força do trabalho por excelência da sociedade brasileira, passou a ser confundido com o não-trabalho, a vagabundagem, o vício, a predileção pelo ócio, a incompetência para a atividade regular e ordeira. O estigma da escravidão acompanhava o liberto na sua difícil trajetória como cidadão na sociedade brasileira."

Beijinho Carolina Soares

DIA DO ÍNDIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SULFACULDADE DE EDUCAÇÃO/DEPARTAMENTO DE ESTUDOS BÁSICOSEDU 01159- HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASILPROFESSORA: MARIA APARECIDA BERGAMASCHI
ALUNA: CAROLINA COELHO RUSSELL SOARES

Proposta de trabalho:
* Após uma explanação sobre a herança cultural indígena, pedir aos alunos que pesquisem em casa e tragam elementos de sua casa em que estão presentes a cultura indígena.
* No outro dia, cada aluno mostra seus objetos, assim como a professora e faz- se uma discussão problematizando aspectos como: por que a criança pensa que pertence, a história/ estória do objeto, a relevância indígena para a formação da cultura da criança.

quinta-feira, junho 01, 2006

Nós que aqui estamos por nós esperamos