Tridisciplina

Pessoal! O layout antigo está sendo revisado, para que volte a funcionar corretamente...

quarta-feira, março 30, 2005

testando

terça-feira, março 29, 2005

Aula de 29 de Março de 2005

Resumo do Capítulo 5- ?Ouro, Grandeza e Glória?.

? Os governos aprovaram leis que, no seu entender, trariam riqueza e poder a toda nação.
? O mercantilismo era um número de teorias econômicas aplicadas pelo Estado em um momento ou outro, num esforço para conseguir riqueza e poder.
? A Espanha foi, no século XVI, talvez o mais rico e poderoso país do mundo,
? A posse de ouro e prata, portanto, o total de barras que um país possuísse, era o índice de sua riqueza e poder.
? ?Leis contra a exportação de ouro e prata? tornaram se comuns.
? Os paises poderiam aumentar sua reserva de ouro dedicando-se ao comércio exterior, tendo sempre a cautela de vender aos outros mais do que deles comprar. A diferença no valor de suas exportações, em relação às importações, teria de ser paga em metal. O negócio, portanto, era exportar mercadorias de valor e importar apenas o que fosse o necessário, recebendo o saldo em dinheiro sonante.
? O que era também importante ter indústria produzindo as coisas de que o povo precisava equivalia a não ser o necessário compra-las do estrangeiro.
? Eram dados prêmios pelo governo para os produtos manufaturados destinados à exportação, isso era uma espécie de estímulo para manufatura. O mesmo ocorre com a tarifa protetora, cuja finalidade foi proteger as indústrias nascentes e ainda na ?infância?.
? Se procurava atrair os trabalhadores estrangeiro habilidosos, capazes de introduzir no país novos ofícios ou novos métodos. Eram eles tentados com privilégios como a isenção de impostos, moradia de graça, monopólio por determinado número de anos no ramo a que se dedicassem, ou empréstimos de capital para adquirir o equipamento necessário. Quando não podiam ser induzidos a mudar de país voluntariamente, os governos costumavam recorrer à pratica do rápido
? Certos paises não só concediam o monopólio aos inventores, como também ofereciam prêmios aos que se dedicassem ao estudo do problema de fomentar a indústria pela descoberta de métodos novos e melhores.
? Com o declínio da.Espanha em fins do século XVI, a pequena Holanda passou ao primeiro lugar como potência da época. Era pequena, mais rica e forte, e uma das razões de sua força era a capacidade marítima.
? A metrópole e as colônias deviam agir como um todo, unidas na luta contra o estrangeiro intruso.
? Fazia parte do pensamento mercantilista a crença de que as colônias eram outra fonte de renda para a metrópole.
? Matéria-prima colonial Para a Inglaterra, era manufaturada ali e mandada de volta para a América, ao invés de matéria-prima manufaturada na América.
? A chave para compreender o atrito surgido entre a metrópole e as colônias está no fato de que enquanto metrópole julgava que as colônias existiam para ela, estas julgavam que existiam para si mesmas.
? Foi pelo comércio que o Estado se tornou grande, e conseguiu sua cota na expansão dos negócios e territórios.
? Os mercantilistas acreditavam que, no comércio, o prejuízo de um país era lucro de outro.
? O fruto da política mercantilista é a guerra.

Comentário feito por: Luana Barth Gomes

ESQUEMA CAP 11

OURO E PRATA
.
.
v
RIQUEZA . .>Benefícios: crescimento econômico.

. .>Aumento da manufatura.
.
.
v
Disputa por ampliação de produção: captação de mão-de0obra especializada.
.
.
v
Navegação:
Meio de enriquecimento.
.
.
v
Disputa por mais mercado nas colõnias:
GUERRA.

Nova tentativa

Nova tentativa de link

NESTE endereço

Para ver fotos do grupo

Este é o local onde estão disponibilizadas as fotos do grupo trabalhando em aula.

Construindo links coletivamente.
Carmen

Teste em aula no dia 29

Estamos verificando ao vivo como se faz para acessar e postar no blog.

terça-feira, março 22, 2005

O terceiro grupo

O terceiro grupo no dia 18/03 a apresentar o cartaz sobre o tema ?Educação, Mitos e Sociedade? foi o nosso, que estava composto pelos seguintes colegas: Fernanda H., Daisy, Lucas, Lisiane, Greice e Ana Paula.
Discutimos bastante antes de começar a confecção do cartaz e percebemos que há uma relação intrínseca entre sociedade e educação: A educação torna-se reflexo de nossa sociedade, assim como a sociedade é o reflexo de sua educação.
No cartaz abordamos itens como:

· Falta de professores;
· A gravidez de adolescentes;
· Trabalho infantil;
· ?A cultura do país do futebol?;
· ?A cultura do país do carnaval?;
· A estiagem: falta de incentivos governamentais;
· Os projetos;
Inserido a tudo isso está a questão dos mitos: em nossa sociedade é possível perceber, alguns mitos peculiares e que, em alguns casos, não percebemos a sua ocorrência em nosso dia a dia, passando como algo distante de nosso cotidiano. São exemplos disso o sonho de meninos de baixa e média renda em ser jogadores de futebol vendo nesse sonho uma forma de alcançar uma situação financeira que garanta sua sobrevivência. Também para o sexo feminino o mito do casamento, da mulher ?feita? para casar ainda é muito presente atualmente, o que representa uma mulher muito mais submissa ao gênero masculino e muito mais suscetível a agressões,...
A educação, nesse contexto, acaba muitas vezes sendo posta como algo secundário, não recebendo investimento suficiente e não possuindo uma estrutura adequada. Será que somos apenas o país do futebol e do carnaval?
Então, terminamos como uma frase que colocamos em nosso cartaz:
?Está ao nosso alcance??
Fernanda Heuser

segunda-feira, março 21, 2005

EDU 01159 - História da Educação no Brasil (Turma B)

Na aula do dia 21/03/05 houve apresentação de duas novas colegas do programa PEC (Sandra e Ester). Em seguida, houve a leitura do diário referente às aulas anteriores.
A professora avisou que dia 18/04/05 será o lançamento do CD Nhanderú Jepovirá dos índios guarani da aldeia Canta Galo. Será realizado na sala 101 da Faced e se possível trazer material escolar (lápis de cor, canetinha, giz de cera, cadernos) para doação.
A professora também indicou uma série de livros para nosso programa, entre eles:
- História da Educação no Brasil(Otaíza de O. Romaneli)(*)
- Prendas e Anti-prendas (Guacira Lopes Louro)
- Dicionário de Educadores no Brasil
- O Povo Brasileiro (Darcy Ribeiro)
- Beabá dos Mec-usaid (Márcio M. Alves)
- História da Educação (Paulo Ghiraldelli Júnior)(*)
- 500 anos de Educação no Brasil
- Modernidade no Brasil (Antônio Houaiss/Roberto Amaral)
- História do Povo Brasileiro /Brasil - Mito Fundador e Sociedade Autoritária (Marilena Chauí)(*)
(*) recomendada à compra
Ficou combinado que todos deverão ler para próxima aula(23/03/05) a parte - O que se fala e o que se lê: língua, instrução e leitura - da coleção Cotidiano e Vida Privada na América Portuguesa de Luiz Carlos Villalta (p.332 à p.347).
No final da aula, a professora fez uma breve relato de algumas características dos três grandes paradigmas dentro da História (Positivismo, Marxismo, História Nova/Escola de Analles/História das Mentalidades) e refletimos sobre o que muitos autores estão chamando de "desinvenção da infância".

Elaborado pela aluna Karine Goettert

Não estava presente na aula do dia 16/03, mas adoro este livro, então para complementar o post da Bruna Molozzi aí vai uma imagem para recordar...
Beijinhos, Cá.

sábado, março 19, 2005

Mitos da educação e da sociedade

Eu, Karine Goettert, juntamente com a colegas de grupo, Angélica Vargas, Bruna Molozzi, Cristina Fenalti, Daiane Santos e Simone Folador, na aula do dia 18/03, debatemos sobre os mitos que ainda fazem parte da sociedade atual. Com um fundo musical, lemos uma parte do livro Brasil - mito fundador e sociedade autoritária de Marilena Chauí. Vimos que os mitos apenas mudam a "roupagem", mas continuam igual na essência. Entre eles discutimos:
* Por que muitos ainda acreditam que só aprendemos com livros, na escola e com o professor que na maioria das vezes é mulher? Há muiras outras formas de aprendizagem, numa simples conversa podemos obter um aprendizado.
* A mídia continua fazendo questão de alienar os indivíduos, mostrando o que eles acham conveniente, distorcendo, muitas vezes, a realidade.
* Por que a cor rosa é exclusividade das meninas e a azul dos meninos. Esse tipo de preconceito ainda é bem frequente. Os brinquedos também são separados, menino brincando de boneca e menina de carrinho é inaceitável.
* As mulheres, além de ainda continuarem sendo criadas para serem mães, donas de casa, esposas,devem ter um corpo perfeito, sexy(mito da beleza). Já o homem vê o casamento com prisão, ele é o "caçador" e pode e deve ter várias mulheres.
* O índio é menosprezado, não é aceito que eles têm uma cultura e forma de vida própria diferente do padrão estabelecido.
Montamos em cima dessas questões um quadro com recortes de revistas e comentamos nossas abordagens com toda a turma.

sexta-feira, março 18, 2005

EDU01159 - História da educação no Brasil

Hoje, dia 16/03, nessa disciplina, a professora Simone nos leu o livro "Guilherme Augusto Araujo Fernandes" que contava a história do menino que conseguiu recuperar a memória de uma velha senhora através de objetos. Depois disso fizemos uma reflexão sobre a importância da memória e dos objetos que a despertam em relação a história da humanidade. Analisamos o programa da disciplina. para a aula do dia 21/03, a profe pediu a leitura do texto "A história da vida privada no Brasil - cotidiano e vida privada na América Portuguesa" de Luiz Carlos Villalta que encontra-se a disposição no pró-cópias , pasta número 28.

Publicado por Bruna Molozzi

O mito de antes é o mesmo de agora

No livro: Brasil- Mito fundador e sociedade autoritária da Marilena Chauí, fala-se do Mito Fundador, que seria uma repetição de fatos do passado agora no presente. Isso ocorre também com a pedagogia. Os professores de hoje criticam os métodos antigos e propõe novos métodos, mas na pratica se repete a teoria do mito citado acima.
Seria interessante acrescentar que o autor Paulo Ghiraldelli Jr. diz no livro: Infância, escola e modernidade. Neste livro fala-se da modernidade, pós-modernidade e da neomodernidade que houve uma desvalorização do professor quanto ao fator econômico, que vem se repetindo mesmo com a evolução da sociedade. A pedagogia esta passando por uma crise em alguns aspectos: no reconhecimento social do seu campo profissional, no grau de desempenho e eficiência das instituições e dos educadores, na determinação da especificidade profissional, entre outros.
Na sociedade também não estão ocorrendo muitas mudanças. Podemos citar alguns exemplos: a mulher apesar de ter conquistado direitos que antes ela não tinha, continua sofrendo pressão da sociedade para ser uma boa dona-de-casa, mãe, profissional e ainda tem que estar cuidando sempre da aparência; os brinquedos que antes era feitos de madeira, com o avanço da tecnologia, agora estão sendo fabricados de plástico; os contos de fada continuam os mesmos, só mudam de nome.
Mudam os tempos, mas permanece a essência.

Componentes: Daiane, Fernanda, Luana Lúcia e Ludmila.

Para as próximas aulas...

Olá pessoal!!!
Segue aí o cronograma de leituras para as próximas aulas do livro: História da Riqueza do Homem. Huberman, Leo.
Boa leitura!
Cátia.

22/03 - terça-feira - Retomada dos capítulos 1 ao 10. Aula expositiva.
29/03 - terça-feira - Capítulo 11: Ouro, Grandeza e Glória
01/04 - sexta-feira - Capítulo 12: Deixem-nos em Paz! e Capítulo13: A Velha Ordem Mudou...
05/04 - terça-feira - Capítulo 14: De Onde Vem o Dinheiro?
08/04 - sexta-feira - Capítulo 15: Revolução Na Indústria, Agricultura , Transporte
12/04 - terça-feira - Capítulo 16: A Semente que Semeais, Outro Colhe...
15/04 - sexta-feira - Capítulo 17: Leis Naturais De Quem? e Capítulo 18: Trabalhadores de Todos os Países, Uni-vos!
19/04 - terça-feira - Capítulo 19: Eu Anexaria os Planetas, se Pudesse...
22/04 - sexta-feira - Capítulo 20: O Elo Mais Fraco e Capítulo 21: A Rússia Tem um Plano
26/04 - terça-feira - Capítulo 22: Desistirão Eles do Açúcar?

Para refletir...

Existe uma história contada por Eduardo Galeano (1991, p. 62) que serve para refletir sobre os mitos que foram falados na última aula, ela diz o seguinte:

"Sixto Martinez fez o serviço militar num quartel de Sevilha.No meio do pátio desse quartel havia um banquinho. Junto ao banquinho, um soldado montava guarda. Ninguém sabia por que se montava guarda para o banquinho. A guarda era feita porque sim, noite e dia, todas as noites, todos os dias, e, de geração em geração, os oficiais transmitiam a ordem e os soldados obedeciam. Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito. E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original. Foi preciso revirar os arquivos a fundo. E depois de muito cavoucar, soube-se. Fazia 31 anos, dois meses e quatro dias, que um oficial tinha mandado
montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca."


GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. 3ª ed. Porto Alegre: L&PM, 1991.

quarta-feira, março 16, 2005

Bem vindas ao mundo dos blogs "Turma NOVA 2005/I"

Estamos começando uma nova turma B de Sociologia da Educação I !!!
Temos muitas coisas coisas em comum, o gosto pela música, por times de futebol, o gênero, mas também a vontade de ser professora ou professor! O desejo de retomar leituras e de produzir um conhecimento novo. O sonho de derrubar mitos e de construir identidades. Nesta busca que inicamos em conjunto nesta semana podemos começar a trocar idéias, informações e sentimentos.
Neste semestre termos algumas leituras comuns (obrigatórias) para o semestre, segundo seqüência prevista, além das que serão indicadas em função do desenvolvimento do trabalho.
HUBERMAN, Léo. História da riqueza do homem. Zahar. (Qualquer edição) - Texto referência para as primeiras 5 semanas de aula.
CHAUI, Marilena. Brasil: mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2003. -
OLIVEIRA, Paulo de Salles. Caminhos de construção da pesquisa em ciências humanas. In OLIVEIRA, Paulo de Salles (org) Metodotogia das Ciências humanas. São Paulo: HUCITEC, 1998. -6ª semana de aula.
DURKHEIM, Émile. A educação como processo socializador: função homogeneizadora e função diferenciadora In PEREIRA, LUIZ e FORACHI, Marialice. Educação e sociedade: leiturasde sociologia da educação. - 7ª semana
WEBER, Max. Economia y sociedad. México: Fondo de Cultura Econômica, 1969. v.1 p.7 9.
WEBER, Max. Os três tipos puros de dominação legítima. In COHN, Gabriel e FERNANDES, Florestan. Weber. São Paulo: Ática, 1989. - 8ª semana
MARX & ENGELS. Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Moraes, 1983. 9ª e 10ª semanas

Nas semanas seguintes estaremos sistmeatizando leituras a partir dos projetos de pesquisa constituidos por coletivos de pesquisa de modo que as leituras serão definidas de acordo com as temáticas específicas. As referências abaixo podem ser modificadas, acrescidas de outros textos, ou ... .
Referências bibliográficas para Sociologia da Educação I

BENJAMIN, César (org). A opção brasileira. Rio de Janeiro: Contraponto, 1998. p.147-176.
BOURDIEU, P. Lições da aula. São Paulo: Ética, 1988.
CODO, Wanderley & VASQUES-MENEZES, Iône (org). Trabalho docente e sofrimento: burnout em professores. In: : AZEVEDO, José Clovis de org). Utopia e Democracia na Educação Cidadã. Porto Alegre: Universidade/UFRGS/Secretaria Municipal de Educação, 2000. p.369-382.
DURKHEIM, Èmile. A Educação como processo socializador: função homogeinizadora e função diferenciadora. In. FORACHI, Maria Alice. Educação e Sociedade. São Paulo: Paz e Terra, 1968. p.34-48
FREIRE, Paulo; SHOR, I. Medo e ousadia. São Paulo: Cortes, 1989.
FRIGOTTO, Gaudêncio. As relações trabalho/educação e o labirinto do Minotauro. In: AZEVEDO, José Clovis de (org). Utopia e Democracia na Educação Cidadã. Porto Alegre: Universidade/UFRGS/Secretaria Municipal de Educação, 2000. p.341-35
GRAMSCI, Antonio. A formação dos intelectuais. Lisboa: R. Xavier, 1972.
KüENZER, Acacia Zeneida. As políticas de formação: a construção da identidade do professor sobrante. In: Educação e Sociedade. Campinas: CEDES, 1999. n.69 p.163-183.
KüENZER, Acacia Zeneida. Educação cidadã, trabalho e desemprego: o possível como caminho para a utopia. In: AZEVEDO, José Clovis de (org). Utopia e Democracia na Educação Cidadã. Porto Alegre: Universidade/UFRGS/Secretaria Municipal de Educação, 2000. p.353-368.
LARROSA, Jorge. Pedagogia profana: danças, piruetas e mascaradas. Belo Horizonte: Autêntica, 1999. p.139-146.
MACHADO, C. L. B. ; BRUM, R. (Orgs.). Olhares sobre o futuro. São Leopoldo: Adunisinos/ da Unisinos, 1996.
MACHADO, Lucília. Politecnia, escola unitária e trabalho. São Paulo: Cortes, 1990.
MACHADO, Lucília. Qualidade Total. Belo Horizonte: MCM, 1994.
MARX, K.; ENGELS, F. Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Moraes,1983.
MORGADE, Graciela. Relações de gênero no trabalho docente cotidiano: obstáculos a cidadania participativa que permanecem invisíveis. In: AZEVEDO, José Clovis de (org). Utopia e Democracia na Educação Cidadã. Porto Alegre: Universidade / UFRGS/Secretaria Municipal de Educação, 2000. p.383-400.
NOGUEIRA, Adriano. Educação e Ciência, sujeito e energia: parceria imprescindível para o acolhimento do inédito. In: AZEVEDO, José Clovis de (org). Utopia e Democracia na Educação Cidadã.Porto Alegre: Universidade/UFRGS/Secretaria Municipal de Educação, 2000. p.179-186.
OLIVEIRA, Francisco de. Os direitos do antivalor. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. p. 159-162 e 223-231.
RIBEIRO, Vera Masagão. A formação de educadores e a constituição da educação de jovens e adultos como campo pedagógico. In: Educação e Sociedade. Campinas: CEDES, 1999. n.69 p.184-201.

SANTOS, Laymert Garcia dos. Tecnologia, perda do humano e crise do sujeito do direito. In: OLIVEIRA, Franscisco de & PAOLI, Maria Célia (org). Os sentidos da democracia: políticas de dissenso e a hegemonia global. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999. p.291-306.
SINGER, Paul. Uma utopia militante: repensando o socialismo. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. p.166-182.
TADDEI, Emilio H. Reforma liberal do mercado de trabalho e formação profissional. Reflexões sobre o caso argentino. In: AZEVEDO, José Clovis de (org). Utopia e Democracia na Educação Cidadã.Porto Alegre: Universidade/UFRGS/Secretaria Municipal de Educação, 2000. p.401-416
TAMARIT, José. Educar o soberano. São Paulo: Cortez / IPF, 1996.
WEBER, Max. Weber. São Paulo: Ática, 1986. Coleção Grandes cientistas Sociais.