Novo perfil indígena- IBGE
A publicação "Tendências demográficas: uma análise dos indígenas com base nos resultados dos censos demográficos 1991 e 2000" surpreendeu especialistas de diversas áreas. Constatou que A POPULAÇÃO INDÍGENA AUMENTOU 150% NA DÉCADA DE 1990. Em 1991, eles eram 294mil, ou o,2% dos brasileiros. Em 2000, somavam 734 mil- 0,4% da população total. O ritmo anual de crescimento nas comunidades indígenas é quase SEIS VEZES SUPERIOR À MÉDIA NACIONAL. Os dados geram controvérsias, pois comparam bases diferentes. O Censo de 1991 foi feito somente entre os residentes em missões religiosas, em postos da FUNAI e em cidades. Em 2000, abrangeu todas as terras indígenas, além das áreas rurais e urbanas. O de 2010 incluirá o levantamento das etnias.
De qualquer maneira, especula-se sobre as razões do fenômeno. Houve crescimento vegetativo e imigração de países limítrofes, como Bolívia, Euqador, Paraguai e Peru. Em 1991, 76,1% dos índios viviam em áreas rurais. Passada uma década, a maioria deles, 52%, encontrava-se em regiões urbanas- e parecem ter decidido assumir suas raízes.
O IBGE perquisa esses povos desde 1991, no quesito "cor ou raça". Pela primeira vez, divulgou informações sobre mortalidade infantil, freqüência à escola, analfabetismo e fecundidade, entre outras.
Três exemplos de descobertas: a mortalidade infanil é maior entre os residentes nas áreas urbanas, a redução do analfabetismo foi sensível na área rural e o Nordeste é recordista em escolaridade, com índice de 67,8%.
**Tirei essas informações da revista "Desafios do desenvolvimento". Beijinho Carolina Soares**
De qualquer maneira, especula-se sobre as razões do fenômeno. Houve crescimento vegetativo e imigração de países limítrofes, como Bolívia, Euqador, Paraguai e Peru. Em 1991, 76,1% dos índios viviam em áreas rurais. Passada uma década, a maioria deles, 52%, encontrava-se em regiões urbanas- e parecem ter decidido assumir suas raízes.
O IBGE perquisa esses povos desde 1991, no quesito "cor ou raça". Pela primeira vez, divulgou informações sobre mortalidade infantil, freqüência à escola, analfabetismo e fecundidade, entre outras.
Três exemplos de descobertas: a mortalidade infanil é maior entre os residentes nas áreas urbanas, a redução do analfabetismo foi sensível na área rural e o Nordeste é recordista em escolaridade, com índice de 67,8%.
**Tirei essas informações da revista "Desafios do desenvolvimento". Beijinho Carolina Soares**

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