Tridisciplina

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segunda-feira, novembro 29, 2004

como nasce um paradigma

Colegas!!
Gostaria de compartilhar com vcs uma historinha.Ela nos possibilita uma reflexão acerca de temas trabalhados na disciplina ao longo do semestre.
Como nasce um paradigma
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.
Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão.
Depois de certo tempo quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas.Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada,apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos.
A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram.Depois de algumas surras, o'novo integrante do grupo não mais subia a escada.
Um segundo foi substituído, e o mesmo ocoreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo da surra do novato.
Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato.Um quarto e, finalmente o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram,então com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio,continuavam batendo naquele que chegasse `as bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:"Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui....".


"Mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito"
Albert Einstein
Aluna:Paula Gomide

sexta-feira, novembro 26, 2004

Tecnologia e o humano!


Gostei de nosso trabalho na terça feira. As questões trazidas pelo grupo mostram um cuidado metodológico para contextualizar a produção do autor, o processo histórico, examinar o conceito e refletir sobre suas contribuições para com as necessidades/desejos que vivenciamos. Parabéns!
Lembrei que ainda poderia ter dito a vocês que Buttigieg, também é um italiano, nosso contemporâneo que esteve no Brasil em 2002, quando apresentou o texto que estamos lendo no Colóquio do mesmo nome do livro organizado pelo Carlos Nelson Coutinho. Podemos problematizar as idéias do autor frente aos comprometimentos e compromissos que temos, tanto téorica como praticamente. Isto esta por ser feito, ou não!!!

A partir do exame deste conceito de hegemonia podemos, por exemplo, problematizar nossa apropriação da tecnologia, nos nossos fazeres e no que já se escreveu sobre isto; podemos também trabalhar ontologicamente nossa própria reflexão; ou também analisar as questões que dizem respeito ao direito e as suas crises; finalmente e isto me parece mais interessante, refletir acerca de nosso ser professora e professor. Como diz Arroyo:

"É pesada a imagem da tradição que padecemos. A maioria dos professores e das professoras de Educação Básica foram formados(as) para serem ensinantes, para transmitir conteúdos, programas, áreas e disciplinas de ensino. Em sua formação não receberam teoria pedagógica, teorias da educação, mas uma grande carga horária de conteúdos de área e metodologias de ensino. E verdade que essa imagem de ensinante vem sendo alterada, no diálogo com a prática, nas interrogações vindas do convívio com a infância, a adolescência ou juventude. No diálogo com colegas, nos confrontos políticos, na sensibilidade com a dinâmica social e cultural fomos :reaprendendo nossa condição de educadores(as). Um aprendizado através de um dialogo tenso que vai: reconstruindo o rosto desfigurado e indefinido.
O uso do termo "ensino" e não "educação fundamental e média" reflete uma longa história de destaque do papel social da escola como tempo de instrução, de aprendidas letras e das noções elementares de ciências. A imagem social da escolinha das primeiras letras e da professora das primeiras letras ainda é muito forte em nossa cultura social e política." (ARROYO, Miguel. Ofício de mestre. São Paulo: Vozes, 2000. p. 52)

Lembro-me de ter participado, de várias mesas de debate sobre a escola, quando o conteúdo e o direito ao saber socialmente acumulado foi o foco das discussões. Um dos expositores centrou toda sua reflexão numa frase: "a função da escola e dos seus mestres é ensinar". Compartilhar, celebrar, visitar, era, e creio que ainda é, visto como perda de precioso tempo do ensino". Contar histórias, sair do texto, desvelar o sonho, propor o diferente, representa o que? Qual o sentido? Com que propósitos? Hegemônicos apenas?

sexta-feira, novembro 19, 2004

Escrever um texto estabelecendo relações entre a atividade da Semana da Consciência Negra, que participamos, e o texto lido (BUTTIGIEG, Joseph. Educação e hegemonia. In COUTINHO, Carlos Nelson (Org.). Ler Gramsci, entender a realidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. p.39-49).

Este deve ser entregue na próxima aula: Terça-feira, dia 23/11/2004.

sexta-feira, novembro 12, 2004

Textos

Olá colegas,
Tenho alguma dificuldade de pegar os xerox dos textos na faculdade. Estou tentando pegar pela internet e imprimir em casa. Dependendo do texto, não fica tão caro se diminuir a fonte e colocar a impressora em modo econômico.Nas minhas buscas, acabei achando este site interessante... Se eu encontrar mais algum texto na internet aviso para vcs qual o site.
Um abraço da Letícia

http://www.artnet.com.br/gramsci/textos.htm
http://www.inventati.org/sabotagem/database/biblioteca.php


terça-feira, novembro 09, 2004

No processo histórico como se forma a identidade da sociedade brasileira e dos sistemas educacionais?
Que implicações traz para o futuro?

Para o grupo que pesquisa os movimentos estudantis...

Achei na internet alguns site que podem trazer elementos que auxiliem o trabalho de vocês. O primeiro é o livro GERAÇÃO 60: GERAÇÃO ESPERANÇA Relatos de uma experiência vivida da autora: Maria Lúcia Resende Garcia. Editora Alfa Omega. Há no site uma entrevista com a Autora, se quiserem dar uma olhada: http://www.alfaomega.com.br/geracao60.php
Um outro foi o artigo: Algumas hipóteses sobre as relações entre movimentos sociais, juventude e educação que pode ser visto em: www.cidpa.cl/txt/articulos/mariliasposito.
Outros sites falam de pessoas que estavam envolvidas com movimentos estudantis na década de 60, se vocês quiserem dar uma olhada é só pesquisar no google: "Movimento Estudantil na década de 60".

segunda-feira, novembro 08, 2004

Pessoal aí vão as questões sobre o livro da Marilena Chauí...


1. Quais as fases da construção histórica da idéia de Estado-nação proposta por Hobsbawm e as manifestações/ características no Brasil?
2. Nas páginas 90-92 Chauí apresenta os traços marcante da sociedade autoritária. Identifica as origens destes traços na periodização proposta por Hobsbauwm.
3. A ideologia desenvolvimentista e os movimentos de esquerda ao se enfrentarem como construção da economia brasileira capitalista sustentam o verdeamarelismo. Por quê?
4. Explica a relação entre a "Descoberta/ invenção do Brasil" e o aparecimento de novas idéias.
5. Na construção imaterial da nação brasileira agentes míticos como Deus e natureza e também agentes não míticos (partidos, religião e economia) dá consistência ao semióforo. Quais características do semióforo mantém o mito fundador?
6. Que marcas do mito fundador podemos identificar na educação brasileira?
7. "Cultura Senhorial", desigualdade salarial, desemprego, apartheid, o que significa na nação brasileira?


Questões em destaque são obrigatórias.