Tridisciplina
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Colaboradores
sexta-feira, abril 28, 2006
Colegas
Por favor colaborem com nossa pesquisa, respondam as questões abaixo, ou enviem comentários sobre o assunto!
O que é religiosidade para ti?
Tu tens religião, qual?
Participe, nosso grupo agradece! Aline
quarta-feira, abril 26, 2006
Resenha Casa-Grande & Senzala
Gênese da miscigenação étnica no Brasil
Tatiane Alves dos Santos
Casa ? grande e senzala é uma obra que identifica a gênese da sociedade brasileira, está definida como nação mestiça - fruto da miscigenação do branco português com o índio e o negro. O autor enfatiza o sexo e a miscigenação que se inicia no Brasil Colonial, não deixando de destacar a vida da família patriarcal , a alimentação, a crença relacionada a educação infantil, entre outros aspectos.
Freyre vai de encontro a defesa de um branqueamento social e lança ,em 1933, Casa ? Grande e Senzala cuja função será de então, opor-se às teorias racistas da época e, desse modo, celebrar o papel essencial das etnias dominadas - índios e negros - na formação desse Pais.
A obra lança mão de algumas incertezas. Há uma minuciosa descrição do período colonial, aborda-se ,como já foi citado, a miscigenação, o latifúndio, a escravidão. Esses aspectos são os pilares da colonização portuguesa , porém a obra deixa a desejar em um sentido de crítica mais consistente ao aludir esses aspectos históricos. Com um olhar nos entremeios é possível visualizar essa falha no referido ensaio. Todavia, a obra não perde seu brilhantismo ao, simplesmente, mostrar os fatos.
Afora isso, o livro traz o papel de cada etnia ( índios-negros-brancos) na formação social do Brasil. Os índios com Característica nômade, não possuíam o hábito do trabalho, conseqüentemente, houve uma tentativa fracassada de escravizá-los; já as mulheres eram vistas como procriadoras, sobretudo no primeiro século de colonização, que Freyre destaca como período de verdadeira "intoxicação sexual" (p.93). As índias supriam o grande problema da colonização: a falta de mulheres brancas e então eram "atacadas" vorazmente pelos lusitanos. Assim, a mulher indígena será a base da família brasileira. A educação aplicada aos indios era a catequese veiculada, acima de tudo, para as crianças, visto que essa seria uma forma de doutrinar os adultos. O papel fundamental dessa educação era a conversão desses individuos ao cristianismo, uma vez que somente assim eles teriam alma e deixariam de ser selvagens. Aos poucos, a cultura das tribos ia sendo "atropelada" pela cultura do branco. Para Freyre os principais culpados para o despovoamento indígena foi os jesuítas.; justamente por ser esses q forçaram uma evangelização dos índios, arrancando-os de seu habitat natural. Já o senhor do engenho tentava escravizá-los. Nesses dois momentos o reflexo foi a fuga e muitos suicídios dos índios.
Haja vista a dificuldade de mão - de - obra foi ? se necessário importar força de trabalho e os escolhidos seriam , então, os negros africanos; caçados como animais e vendidos como mercadoria aos senhores de engenho. A escravidão desenraizava o africano de seu meio social e desfazia seus laços familiares. Além do trabalho desumano, ele também era usado como reprodutor para o aumento do "rebanho" do senhor de engenho. As crianças negras ao nascer, embora batizadas, eram consideradas "pessoas sem alma" pela Igreja. A mulher escrava circulava entre a senzala e o interior da casa-grande, as mais bonitas eram dométicas ou concubinas do senhor. Por ser a mulata objeto de desejo não só dos senhores, mas também dos meninos ( muitas vezes iniciavam a vida sexual dos garotos) recebiam os mais variados castigos físicos das sinhás ? desde a extração de dentes até a queimaduras em suas faces. As amas de leite eram quem ensinavam as primeiras palavras, num português tosco às crianças. A música, a dança e o canto dos escravos alegravam a casa-grande. Surgia também uma nova forma de falar que deixava para trás o português arcaico ensinado pelos jesuítas aos filhos do senhor. Sucessivamente várias mudanças ocorriam: era um novo jeito de falar, de andar, de comer...
"Democracia racial"
Ohana Homem
Achei dois parágrafos que podem nos ajudar! Entrem no site e leiam o textinho, pois vale a pena!
"Quando, em 1532, se organizou econômica e civilmente a sociedade brasileira, já foi depois de um século inteiro de contato dos portugueses com os trópicos; de demonstrada na Índia e na África sua aptidão para a vida tropical. Formou-se na América tropical uma sociedade agrária na estrutura, escravocrata na técnica de exploração econômica, híbrida de índio, e mais tarde de negro, na composição."Trecho de Casa-Grande & Senzala.
http://www.tvcultura.com.br/aloescola/estudosbrasileiros/casagrande/index.htm
Gilberto Freyre rompe com a ideologias racistas vigentes e canta a miscigenação como elemento chave da conquista do trópico. É o ideólogo da mestiçagem: ao se entregarem à luxúria com índias e negras, os portugueses teriam estabelecido um aspecto democratizador nas relações étnicas do Brasil. O inverso, por exemplo, dos ingleses na colonização da América do Norte.
http://educaterra.terra.com.br/literatura/livrodomes/2003/01/20/000.htm
Achei dois parágrafos que podem nos ajudar! Entrem no site e leiam o textinho, pois vale a pena!
"Quando, em 1532, se organizou econômica e civilmente a sociedade brasileira, já foi depois de um século inteiro de contato dos portugueses com os trópicos; de demonstrada na Índia e na África sua aptidão para a vida tropical. Formou-se na América tropical uma sociedade agrária na estrutura, escravocrata na técnica de exploração econômica, híbrida de índio, e mais tarde de negro, na composição."Trecho de Casa-Grande & Senzala.
http://www.tvcultura.com.br/aloescola/estudosbrasileiros/casagrande/index.htm
Gilberto Freyre rompe com a ideologias racistas vigentes e canta a miscigenação como elemento chave da conquista do trópico. É o ideólogo da mestiçagem: ao se entregarem à luxúria com índias e negras, os portugueses teriam estabelecido um aspecto democratizador nas relações étnicas do Brasil. O inverso, por exemplo, dos ingleses na colonização da América do Norte.
http://educaterra.terra.com.br/literatura/livrodomes/2003/01/20/000.htm
segunda-feira, abril 24, 2006
Casa Grande Senzala...
Fazer um relato sobre o que os três primeiros capítulos de Casa Grande Senzala colaboram no processo ?Olhares nos entremeios? é muito interessante, pois essa Obra é esse Olhar nos entremeios. Gilberto Freyre analisa a ocupação do Brasil por um ângulo que os professores de história nas escolas não costumam repassar. É uma visão sem romances e sem heróis, que simplesmente conta os fatos. Eu resolvi falar de um assunto mais específico, a dominação portuguesa através do sexo e consequentemente da reprodução com as índias e negras que aqui viviam.
Casa-grande e senzala é um painel gigantesco da nossa formação. Gilberto Freyre em sua obra mostra a origem do povo brasileiro pela miscigenação dos outros povos (principalmente os portugueses) com os índios que aqui já viviam. Para ele, o domínio do povo português se deu pelo fato de não se preocuparem tanto com a ?pureza? da raça, como faziam os espanhóis e os ingleses, por exemplo. Os portugueses sabiam da importância de povoar o continente conquistado e como não tinham mulheres suficientes para trazer de Portugal, tiveram que reproduzir com as índias e negras que aqui viviam.
Mas não vamos pensar que para eles isso foi um sacrifício. Os portugueses se viram em uma situação onde mulheres nuas circulavam na sua volta, se ofereciam em troca de espelhos e outras coisas, e eles gostavam dessas trocas. Freyre diz: ?O ambiente em que começou a vida brasileira foi de grande intoxicação sexual. O europeu saltava em terra escorregando em índia nua. Os próprios padres da Companhia precisavam descer com cuidado, se não atolavam o pé em carne?.
Ao se entregarem à luxúria com índias e negras, os portugueses teriam estabelecido um aspecto democratizador nas relações étnicas do Brasil. Essa mestiçagem foi o que possibilitou a adaptação e o triunfo da civilização européia em meio às dificuldades oferecidas pelo clima (apesar do autor não acreditar que o clima era um problema) e costumes tropicais.
Gilberto não poupou críticas há inúmeros interpretes da nossa civilização que, atribuíam ao negro, em especial as pretas e mulatas as baixezas morais, numa interpretação discriminatória em que ainda hoje, por meio da leitura destes textos, verificamos o preconceito daqueles denominados por Freyre de ?publicistas e cientistas brasileiros? que, exaltavam os valores superiores da raça branca comparando-os com as inferiores tradições da raça negra, justificando assim, as barbaridades cometidas durante a escravidão do negro do Brasil.
A miscigenação possibilitou diferentes culturas ao mesmo povo (no caso, o brasileiro) como religião, artesanato, culinária; porém, o racismo e o preconceito ainda existem. A colonização portuguesa pela exploração do índio e do negro é uma forma de racismo e descriminação, pois o branco não respeitou a cultura de nenhum povo, se achando superior. Freyre trás as conseqüências dessa tomada como as doenças sexuais trazidas pelos brancos, a destruição de famílias, a prostituição das índias e negras, enfim, a desestabilização de uma sociedade em prol do enriquecimento de outra. Muito disso ainda está presente nas pessoas. Ainda hoje, o índio é tratado com desrespeito, sendo julgado como preguiçoso e ignorante, por que não vive como o branco. O negro ainda sofre com descriminações. Quem lembra do caso dos dois meninos que corriam para entrar na escola no dia do vestibular e foram presos por ?engano??!
Na verdade, antes de julgar esses fatos, deveríamos lembrar de que todos nós trazemos um pouco de cada cultura, seja no aspecto físico, seja na nossa religião ou até mesmo em nossos costumes! Quem nunca comeu mandioca fritinha, ou nunca foi num centro espírita?!
O respeito é a principal coisa que ainda nos falta, eu diria, o respeito e o auto-conhecimento.
Esse é o olhar nos entremeios que eu faço sobre a reprodução, povoamento e ocupação lusitana que trás Casa Grande Senzala.
Encerro repetindo uma frase de Freyre em sua Obra: ?Todo brasileiro traz na alma e no corpo a sombra do indígena ou do negro?.
Espero que tenham gostado, beijos para todos!
Ohana Homem.
Casa-grande e senzala é um painel gigantesco da nossa formação. Gilberto Freyre em sua obra mostra a origem do povo brasileiro pela miscigenação dos outros povos (principalmente os portugueses) com os índios que aqui já viviam. Para ele, o domínio do povo português se deu pelo fato de não se preocuparem tanto com a ?pureza? da raça, como faziam os espanhóis e os ingleses, por exemplo. Os portugueses sabiam da importância de povoar o continente conquistado e como não tinham mulheres suficientes para trazer de Portugal, tiveram que reproduzir com as índias e negras que aqui viviam.
Mas não vamos pensar que para eles isso foi um sacrifício. Os portugueses se viram em uma situação onde mulheres nuas circulavam na sua volta, se ofereciam em troca de espelhos e outras coisas, e eles gostavam dessas trocas. Freyre diz: ?O ambiente em que começou a vida brasileira foi de grande intoxicação sexual. O europeu saltava em terra escorregando em índia nua. Os próprios padres da Companhia precisavam descer com cuidado, se não atolavam o pé em carne?.
Ao se entregarem à luxúria com índias e negras, os portugueses teriam estabelecido um aspecto democratizador nas relações étnicas do Brasil. Essa mestiçagem foi o que possibilitou a adaptação e o triunfo da civilização européia em meio às dificuldades oferecidas pelo clima (apesar do autor não acreditar que o clima era um problema) e costumes tropicais.
Gilberto não poupou críticas há inúmeros interpretes da nossa civilização que, atribuíam ao negro, em especial as pretas e mulatas as baixezas morais, numa interpretação discriminatória em que ainda hoje, por meio da leitura destes textos, verificamos o preconceito daqueles denominados por Freyre de ?publicistas e cientistas brasileiros? que, exaltavam os valores superiores da raça branca comparando-os com as inferiores tradições da raça negra, justificando assim, as barbaridades cometidas durante a escravidão do negro do Brasil.
A miscigenação possibilitou diferentes culturas ao mesmo povo (no caso, o brasileiro) como religião, artesanato, culinária; porém, o racismo e o preconceito ainda existem. A colonização portuguesa pela exploração do índio e do negro é uma forma de racismo e descriminação, pois o branco não respeitou a cultura de nenhum povo, se achando superior. Freyre trás as conseqüências dessa tomada como as doenças sexuais trazidas pelos brancos, a destruição de famílias, a prostituição das índias e negras, enfim, a desestabilização de uma sociedade em prol do enriquecimento de outra. Muito disso ainda está presente nas pessoas. Ainda hoje, o índio é tratado com desrespeito, sendo julgado como preguiçoso e ignorante, por que não vive como o branco. O negro ainda sofre com descriminações. Quem lembra do caso dos dois meninos que corriam para entrar na escola no dia do vestibular e foram presos por ?engano??!
Na verdade, antes de julgar esses fatos, deveríamos lembrar de que todos nós trazemos um pouco de cada cultura, seja no aspecto físico, seja na nossa religião ou até mesmo em nossos costumes! Quem nunca comeu mandioca fritinha, ou nunca foi num centro espírita?!
O respeito é a principal coisa que ainda nos falta, eu diria, o respeito e o auto-conhecimento.
Esse é o olhar nos entremeios que eu faço sobre a reprodução, povoamento e ocupação lusitana que trás Casa Grande Senzala.
Encerro repetindo uma frase de Freyre em sua Obra: ?Todo brasileiro traz na alma e no corpo a sombra do indígena ou do negro?.
Espero que tenham gostado, beijos para todos!
Ohana Homem.
quinta-feira, abril 20, 2006
Lembrete!!!
Parece que a máquina anda assustando muita gente!
Até agora não vi nenhum comentário sobre o filme ou o nosso debate da terça de manhã! Estou enganado ou foi isto o que combinamos?
Até agora as postagens da análise dos materiais propostos no dia 7 de abril ainda não se tornaram visíveis para todos. Eu e a Greice podemos ler. Mas, e os outros colegas e a nossa visibilidade para o público como ficam? Será medo? Será egoismo? Será covardia? Preguiça? Ou...
Continuaremos no aguardo, por enquanto!
Até agora não vi nenhum comentário sobre o filme ou o nosso debate da terça de manhã! Estou enganado ou foi isto o que combinamos?
Até agora as postagens da análise dos materiais propostos no dia 7 de abril ainda não se tornaram visíveis para todos. Eu e a Greice podemos ler. Mas, e os outros colegas e a nossa visibilidade para o público como ficam? Será medo? Será egoismo? Será covardia? Preguiça? Ou...
Continuaremos no aguardo, por enquanto!
Convite para estar junto e divulgar
Os Núcleos:
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Trabalho e Movimentos Sociais-TRAMSE
Núcleo de Estudos de Política e Gestão da Educação-NEPGE, ambos do PPGEDU/FACED/UFRGS e o
Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre o Trabalho do PPS/IFCH/UFRGS
convidam para a palestra e o lançamento do livro:
Desemprego: Trajetórias, Biografias, Mobilização
Palestrante Drª Nadya Araújo Guimarães
Professora livre-docente do Departamento de Sociologia da Universidade Estadual de São Paulo-USP
Dia 02 de maio de 2006, as 15h
na sala 101 da FACED/UFRGS
Av. Paulo Gama, 110, Campus Central
FOLDER para divulgação encontra-se disponível em rede.
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Trabalho e Movimentos Sociais-TRAMSE
Núcleo de Estudos de Política e Gestão da Educação-NEPGE, ambos do PPGEDU/FACED/UFRGS e o
Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre o Trabalho do PPS/IFCH/UFRGS
convidam para a palestra e o lançamento do livro:
Desemprego: Trajetórias, Biografias, Mobilização
Palestrante Drª Nadya Araújo Guimarães
Professora livre-docente do Departamento de Sociologia da Universidade Estadual de São Paulo-USP
Dia 02 de maio de 2006, as 15h
na sala 101 da FACED/UFRGS
Av. Paulo Gama, 110, Campus Central
FOLDER para divulgação encontra-se disponível em rede.
terça-feira, abril 18, 2006
Alunas e alunos da Sociologia da educação
| Escreva algo sobre o filme what the bleep do we (k) now!? e o capitulo Gravidade quântica do livro uma nova história do tempo relacionando com a realidade atual. |
segunda-feira, abril 17, 2006
Aula de História da Educação no Brasil- 19/04/06
A aula virtual de hoje tem como objetivo bloggar a sistematização dos capítulos 2 e 3 do livro Casa Grande e Senzala, de Freyre. Pensando a pesquisa " incertezas: olhares entre meios" , tendo presente as categorias de análise da história do Brasil proposta por este autor.
terça-feira, abril 11, 2006
ATENÇÃO
Alunos de história da educação no Brasil - Edu01159
Não haverá aula na segunda-feira dia 17/04.
Porque a profª Simone estará no VI Encontro Luso-brasileiro de história da educação,que acontecerá em Uberlândia- MG. Portanto, ficará como tarefa a leitura dos cap 2 e 3 do livro Casa Grande e Senzala.
Não haverá aula na segunda-feira dia 17/04.
Porque a profª Simone estará no VI Encontro Luso-brasileiro de história da educação,que acontecerá em Uberlândia- MG. Portanto, ficará como tarefa a leitura dos cap 2 e 3 do livro Casa Grande e Senzala.
segunda-feira, abril 10, 2006
sexta-feira, abril 07, 2006
Contrastes
Camila Portela Chollet
Estamos tão acostumados com uma sociedade cujos indivíduos assumem papéis egoistas, preocupando-se apenas com seus próprios intereses, de acordo com sua classe social, observando dia-a-dia uma luta de classes, como diria Marx, que ficamos perplexos ao contrastarmos gestos tão simples e corriqueiros entre países diferentes como o Brasli e a Suécia, em que no ato de estacionar pensa-se em deixar lugares mais próximos para os que chegarem mais atrasados, como vimos em "Slow Motion". Ai vemos a nossa indiferença jogada na nossa fronte, nos mostrando que poderia ser diferente, bastasse um simpes gesto.
Estamos tão acostumados com uma sociedade cujos indivíduos assumem papéis egoistas, preocupando-se apenas com seus próprios intereses, de acordo com sua classe social, observando dia-a-dia uma luta de classes, como diria Marx, que ficamos perplexos ao contrastarmos gestos tão simples e corriqueiros entre países diferentes como o Brasli e a Suécia, em que no ato de estacionar pensa-se em deixar lugares mais próximos para os que chegarem mais atrasados, como vimos em "Slow Motion". Ai vemos a nossa indiferença jogada na nossa fronte, nos mostrando que poderia ser diferente, bastasse um simpes gesto.
Uma questão de saúde...
César Leal Lacerda, porta-voz de sua majestade: Pedag"Ogro Delinqüente"
Considero interessantíssimo analisar, com maior profundidade, a industria alimentícia e seu hegemonismo global. E as implicações correlatas desta industria, empresa de lucro agropecuário, para: saúde pública, segurança alimentar, qualidade sanitário-ambiental, oferta de alimentos, eqüidade no comercio internacional e desenvolvimento local de redes produtoras ligadas ao setor primário. Espero que as colegas-o possam auxiliar o tópico com suas ricas experiências, sabedoria e informações de material extra-disciplinar.
Considero interessantíssimo analisar, com maior profundidade, a industria alimentícia e seu hegemonismo global. E as implicações correlatas desta industria, empresa de lucro agropecuário, para: saúde pública, segurança alimentar, qualidade sanitário-ambiental, oferta de alimentos, eqüidade no comercio internacional e desenvolvimento local de redes produtoras ligadas ao setor primário. Espero que as colegas-o possam auxiliar o tópico com suas ricas experiências, sabedoria e informações de material extra-disciplinar.
O Brasil do Absurdo
Por Daniela Jardim Strüssmann
Minha postagem aqui, não é de fins políticos, sou simplesmente apartidária... acho que independentemente dos partidos que estão em seu mandato hj, isso sempre aconteceu e acontecerá....
Eis aí um texto que acho interessante ser lido.
"O BRASIL DO ABSURDO"
CONGRESSO NACIONAL, PARA QUE SERVE?
Qualquer criança aprendeu na escola que Democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo.
Ou esta assertiva é uma grandessíssima mentira ou no Brasil o regime em que vivemos é algum outro inédito no mundo, pois, os deputados e senadores, por nós eleitos, muito pouco nos representam em nossos anseios.
Os brasileiros que têm mais de 50 anos, certamente se lembram do país em que viveram há pelo menos 4 décadas.
Favelas existiam sim, mas não de miseráveis, dominados por traficantes.
Qualquer pessoa podia entrar e sair de qualquer favela, pois lá moravam apenas pessoas pobres, que não possuíam um lugar melhor para morar. Mas todos comiam e viviam dignamente.
E em cidades do interior não se ouvia falar em violência.
A REALIDADE SUPEROU A FICÇÃO
A ficção dos filmes de cowboy, por exemplo, que assistíamos outrora, não se compara com a realidade atual, nos filmes, tanto bandidos como mocinhos andavam armados e tinham o mesmo direito de se defender. Existia o duelo onde ambos os participantes tinham as mesmas chances de viver ou morrer.
Hoje o que impera é a covardia. Mata-se pelo simples prazer de matar como se estivesse matando um pernilongo, e sem que se dê a mínima chance de defesa à vítima.
Mas, o que isso tem a ver com o Congresso Nacional?
Tudo! Tudo!
Pois lá estão 513 deputados federais e outro tanto de senadores, sem contar o mar de deputados estaduais e vereadores existentes nesta imensidão de país.
O povo está cada dia mais pobre, mais miserável e conseqüentemente, mais violento.
A nossa democracia não é o governo do povo, pelo povo e para o povo.
A nossa democracia é o trabalho do povo, o empobrecimento do povo, a miserabilidade do povo, para o enriquecimento dos muitos deputados federais, senadores, e até mesmo deputados estaduais e vereadores.
Em matéria da revista VEJA, edição 1891, o repórter nos dá alguns dados impressionantes.
Só na Câmara dos Deputados, "trabalham" 17.000 pessoas.
Apenas 14 empresas instaladas no Brasil, entre públicas e privadas, nacionais e multinacionais, superam este número. Dentre estas se encontram os Correios, o Pão de Açúcar, a Sadia, a Volkswagen e as Casas Bahia.
O orçamento da Câmara é de R$2.300.000.000,00 (dois bilhões e trezentos milhões de reais). Que é superior ao de cidades como Belo Horizonte e Porto Alegre.
Não obstante, este orçamento impressionante, esta Câmara "produz", em média 200 leis por ano.
O QUE SIGNIFICA QUE CADA LEI APROVADA CUSTA R$11.500.000,00 (onze milhões e quinhentos mil reais).
E, não é só. Das 200 leis aprovadas, apenas 6 são projetos de autoria dos 513 deputados, as demais são de autoria do Planalto.
Apenas para citar um exemplo. No dia 09/02/2005, foi sancionada pelo presidente a Lei de Falências, que tramitava no congresso havia 11 anos. Será que as condições hoje são as mesmas que originaram essa lei?
E, assim, centenas de leis continuam engavetadas por décadas à espera de pauta para votação.
ENTÃO PARA QUE SERVE A CÂMARA DOS DEPUTADOS?
PARA QUE SERVE O CONGRESSO NACIONAL?
Só para enriquecer seus 513 deputados e mais os seus 17.000 funcionários?
Alguém conhece algum deputado, que ao ser eleito era pobre e que tenha permanecido pobre depois de cumprido seu mandato?
Enquanto isso, o que dizer aos aposentados, que recebem aumentos insignificantes há mais de 20 anos?
Além disso ainda existem despesas como:
Verba para contratação de "funcionários".
Verba para manutenção do escritório, telefone, correio etc...
Auxílio moradia, para quem não tem apartamento funcional gratuito.
Estas despesas montam mais de R$ 70.000,00 por mês, além de 4 passagens aéreas de ida e volta por mês de Brasília para a capital do estado de origem.
Ademais, o que dizer da aposentadoria após 8 anos de mandato, enquanto a previdência é vergonhosa para todo o resto da população brasileira?
Ainda assim os deputados acham pouco, e defendem um aumento desta verba para R$ 90.000,00.
Não é à toa que a cidade de Brasília, tem a maior renda per capita do Brasil.
Os impostos aumentaram nos últimos 6 (seis) anos de 24% para 36% do PIB e, pelo andar da carruagem, em um tempo não muito distante, estaremos pagando 100%, ou seja, tudo que produzirmos será transferido em impostos ao governo para sustentar cada vez mais a máquina.
Para encerrar.
A revolução de 64 veio dos generais e não deu certo.
A população não precisa de uma revolução, mas precisa de um controle externo do Poder Legislativo, para coibir a legislação em causa própria, pois só assim não teremos de arrecadar 100% de tudo que a massa populacional produz para sustentar a politica brasileira.
E a nossa proposta começa por:
1. Clamar pela redução do nº de deputados de 513 para não mais que 180, ou seja, 1 deputado para cada 1 milhão de habitantes;
2. Redução do nº de senadores para 26, ou seja, 1 para cada estado;
3. E, pelo controle externo do Poder Legislativo, a fim de impedir a legislação em causa própria.
ROTARY CLUB DE RIBEIRÃO PRETO ? SUL DISTRITO 4540
Texto: Jader da Fonseca Pinto Maciel
Assim, podemos reforçar a idéia das desigualdades no nosso país, e talvez até possamos relacionar esse texto com todo o processo de greve que está acontecendo com nossos professores... é algo a se pensar...
Minha postagem aqui, não é de fins políticos, sou simplesmente apartidária... acho que independentemente dos partidos que estão em seu mandato hj, isso sempre aconteceu e acontecerá....
Eis aí um texto que acho interessante ser lido.
"O BRASIL DO ABSURDO"
CONGRESSO NACIONAL, PARA QUE SERVE?
Qualquer criança aprendeu na escola que Democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo.
Ou esta assertiva é uma grandessíssima mentira ou no Brasil o regime em que vivemos é algum outro inédito no mundo, pois, os deputados e senadores, por nós eleitos, muito pouco nos representam em nossos anseios.
Os brasileiros que têm mais de 50 anos, certamente se lembram do país em que viveram há pelo menos 4 décadas.
Favelas existiam sim, mas não de miseráveis, dominados por traficantes.
Qualquer pessoa podia entrar e sair de qualquer favela, pois lá moravam apenas pessoas pobres, que não possuíam um lugar melhor para morar. Mas todos comiam e viviam dignamente.
E em cidades do interior não se ouvia falar em violência.
A REALIDADE SUPEROU A FICÇÃO
A ficção dos filmes de cowboy, por exemplo, que assistíamos outrora, não se compara com a realidade atual, nos filmes, tanto bandidos como mocinhos andavam armados e tinham o mesmo direito de se defender. Existia o duelo onde ambos os participantes tinham as mesmas chances de viver ou morrer.
Hoje o que impera é a covardia. Mata-se pelo simples prazer de matar como se estivesse matando um pernilongo, e sem que se dê a mínima chance de defesa à vítima.
Mas, o que isso tem a ver com o Congresso Nacional?
Tudo! Tudo!
Pois lá estão 513 deputados federais e outro tanto de senadores, sem contar o mar de deputados estaduais e vereadores existentes nesta imensidão de país.
O povo está cada dia mais pobre, mais miserável e conseqüentemente, mais violento.
A nossa democracia não é o governo do povo, pelo povo e para o povo.
A nossa democracia é o trabalho do povo, o empobrecimento do povo, a miserabilidade do povo, para o enriquecimento dos muitos deputados federais, senadores, e até mesmo deputados estaduais e vereadores.
Em matéria da revista VEJA, edição 1891, o repórter nos dá alguns dados impressionantes.
Só na Câmara dos Deputados, "trabalham" 17.000 pessoas.
Apenas 14 empresas instaladas no Brasil, entre públicas e privadas, nacionais e multinacionais, superam este número. Dentre estas se encontram os Correios, o Pão de Açúcar, a Sadia, a Volkswagen e as Casas Bahia.
O orçamento da Câmara é de R$2.300.000.000,00 (dois bilhões e trezentos milhões de reais). Que é superior ao de cidades como Belo Horizonte e Porto Alegre.
Não obstante, este orçamento impressionante, esta Câmara "produz", em média 200 leis por ano.
O QUE SIGNIFICA QUE CADA LEI APROVADA CUSTA R$11.500.000,00 (onze milhões e quinhentos mil reais).
E, não é só. Das 200 leis aprovadas, apenas 6 são projetos de autoria dos 513 deputados, as demais são de autoria do Planalto.
Apenas para citar um exemplo. No dia 09/02/2005, foi sancionada pelo presidente a Lei de Falências, que tramitava no congresso havia 11 anos. Será que as condições hoje são as mesmas que originaram essa lei?
E, assim, centenas de leis continuam engavetadas por décadas à espera de pauta para votação.
ENTÃO PARA QUE SERVE A CÂMARA DOS DEPUTADOS?
PARA QUE SERVE O CONGRESSO NACIONAL?
Só para enriquecer seus 513 deputados e mais os seus 17.000 funcionários?
Alguém conhece algum deputado, que ao ser eleito era pobre e que tenha permanecido pobre depois de cumprido seu mandato?
Enquanto isso, o que dizer aos aposentados, que recebem aumentos insignificantes há mais de 20 anos?
Além disso ainda existem despesas como:
Verba para contratação de "funcionários".
Verba para manutenção do escritório, telefone, correio etc...
Auxílio moradia, para quem não tem apartamento funcional gratuito.
Estas despesas montam mais de R$ 70.000,00 por mês, além de 4 passagens aéreas de ida e volta por mês de Brasília para a capital do estado de origem.
Ademais, o que dizer da aposentadoria após 8 anos de mandato, enquanto a previdência é vergonhosa para todo o resto da população brasileira?
Ainda assim os deputados acham pouco, e defendem um aumento desta verba para R$ 90.000,00.
Não é à toa que a cidade de Brasília, tem a maior renda per capita do Brasil.
Os impostos aumentaram nos últimos 6 (seis) anos de 24% para 36% do PIB e, pelo andar da carruagem, em um tempo não muito distante, estaremos pagando 100%, ou seja, tudo que produzirmos será transferido em impostos ao governo para sustentar cada vez mais a máquina.
Para encerrar.
A revolução de 64 veio dos generais e não deu certo.
A população não precisa de uma revolução, mas precisa de um controle externo do Poder Legislativo, para coibir a legislação em causa própria, pois só assim não teremos de arrecadar 100% de tudo que a massa populacional produz para sustentar a politica brasileira.
E a nossa proposta começa por:
1. Clamar pela redução do nº de deputados de 513 para não mais que 180, ou seja, 1 deputado para cada 1 milhão de habitantes;
2. Redução do nº de senadores para 26, ou seja, 1 para cada estado;
3. E, pelo controle externo do Poder Legislativo, a fim de impedir a legislação em causa própria.
ROTARY CLUB DE RIBEIRÃO PRETO ? SUL DISTRITO 4540
Texto: Jader da Fonseca Pinto Maciel
Assim, podemos reforçar a idéia das desigualdades no nosso país, e talvez até possamos relacionar esse texto com todo o processo de greve que está acontecendo com nossos professores... é algo a se pensar...
quinta-feira, abril 06, 2006
Alguns links:
http://www.mishmashmedia.com/waiting01.html
http://www.mishmashmedia.com/index.html
http://www.innovateonline.info/index.php?view=article&id=79
http://www.themeatrix.com/portuguese/
http://tridisciplina.blogspot.com/2005/09/slow-motion-vale-pena-ler.html
http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=0&ex=ch&cod=4
Veja os comentários da turma do semestre 2005/2 clicando aqui.
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Capítulo um do livro - Casa Grande e Senzala
Por: Daniela Jardim Strüssmann
Resolvi postar aqui minha contribuição sobre o meu entendimento do o primeiro capítulo da leitura que fazemos na cadeira de História da Educação do Brasil, e aceito comentários, críticas e discórdias, para poder ampliar minhas idéias sobre essa primeira parte do livro!
Espero que gostem de minhas conclusões!
O autor inicia o livro apontando a predisposição do português para a colonização híbrida, pelo fato de Portugal ter sido influenciado pela África. Isso permitiu que os portugueses (diferentemente de outros colonizadores europeus) conseguiram se adaptar relativamente bem ao Brasil, mesmo com todas as suas adversidades. Logo na sua primeira chegada ao Brasil, notamos a rápida mistura dos portugueses com as índias da região, caracterizando aí o início de um hibridismo cultural. Outro fator que foi de fácil adaptabilidade do português em nosso País foi o clima, pois o clima de Portugal era equivalente ao clima africano, que por sua vez tinha suas semelhanças com o Brasil colônia. Apesar desses fatores positivos, os Europeus que aqui se instalaram não deixaram de ter suas dificuldades. Como diz no livro: ?tudo aqui era desequilíbrio?. Enchentes e secas; solo desfavorável ao plantio; insetos e vermes nocivos ao homem; etc. Mas, apesar de todas as adversidades da Nova Terra os portugueses tornaram vitoriosa sua colonização.
É também citada nesse capítulo inicial a família, por ser o grande fator colonizador do Brasil desde o século XVI. Assim, o autor ressalta a união entre os portugueses e índios, formando assim um forte hibridismo cultural. Algo que também me chamou a atenção foi quando é dito que mulheres européias (geralmente moças órfãs) vinham para o Brasil para casarem-se com os colonos que aqui habitavam, que coincide com o filme ?Desmundo?, que vimos em aula. Depois, o autor cita outros fatores que caracterizaram o Brasil colônia, como o engenho de cana de açúcar, o bandeirante (que, de acordo com o texto seria um fundador de subcolônias, por ser um explorador dos entremeios do país), a religião (podiam entrar indivíduos de todas as raças no Brasil, desde que fossem católicos), a alimentação (tanto dos senhores de engenho quanto do escravo, e sua influência até os dias de hoje na população brasileira), a sífilis (trazida pelos primeiros europeus que aqui chegaram), etc. Enfim, apesar de todas as controvérsias e de todos os antagonismos da formação brasileira, os europeus passaram por cima de tudo isso e conseguiram, assim, formar a sociedade em que vivemos hoje, com toda a sua variedade de raça e cultura.
Este foi meu breve resumo sobre o primeiro capítulo de Casa Grande e Senzala!
Resolvi postar aqui minha contribuição sobre o meu entendimento do o primeiro capítulo da leitura que fazemos na cadeira de História da Educação do Brasil, e aceito comentários, críticas e discórdias, para poder ampliar minhas idéias sobre essa primeira parte do livro!
Espero que gostem de minhas conclusões!
O autor inicia o livro apontando a predisposição do português para a colonização híbrida, pelo fato de Portugal ter sido influenciado pela África. Isso permitiu que os portugueses (diferentemente de outros colonizadores europeus) conseguiram se adaptar relativamente bem ao Brasil, mesmo com todas as suas adversidades. Logo na sua primeira chegada ao Brasil, notamos a rápida mistura dos portugueses com as índias da região, caracterizando aí o início de um hibridismo cultural. Outro fator que foi de fácil adaptabilidade do português em nosso País foi o clima, pois o clima de Portugal era equivalente ao clima africano, que por sua vez tinha suas semelhanças com o Brasil colônia. Apesar desses fatores positivos, os Europeus que aqui se instalaram não deixaram de ter suas dificuldades. Como diz no livro: ?tudo aqui era desequilíbrio?. Enchentes e secas; solo desfavorável ao plantio; insetos e vermes nocivos ao homem; etc. Mas, apesar de todas as adversidades da Nova Terra os portugueses tornaram vitoriosa sua colonização.
É também citada nesse capítulo inicial a família, por ser o grande fator colonizador do Brasil desde o século XVI. Assim, o autor ressalta a união entre os portugueses e índios, formando assim um forte hibridismo cultural. Algo que também me chamou a atenção foi quando é dito que mulheres européias (geralmente moças órfãs) vinham para o Brasil para casarem-se com os colonos que aqui habitavam, que coincide com o filme ?Desmundo?, que vimos em aula. Depois, o autor cita outros fatores que caracterizaram o Brasil colônia, como o engenho de cana de açúcar, o bandeirante (que, de acordo com o texto seria um fundador de subcolônias, por ser um explorador dos entremeios do país), a religião (podiam entrar indivíduos de todas as raças no Brasil, desde que fossem católicos), a alimentação (tanto dos senhores de engenho quanto do escravo, e sua influência até os dias de hoje na população brasileira), a sífilis (trazida pelos primeiros europeus que aqui chegaram), etc. Enfim, apesar de todas as controvérsias e de todos os antagonismos da formação brasileira, os europeus passaram por cima de tudo isso e conseguiram, assim, formar a sociedade em que vivemos hoje, com toda a sua variedade de raça e cultura.
Este foi meu breve resumo sobre o primeiro capítulo de Casa Grande e Senzala!

