Capítulo um do livro - Casa Grande e Senzala
Por: Daniela Jardim Strüssmann
Resolvi postar aqui minha contribuição sobre o meu entendimento do o primeiro capítulo da leitura que fazemos na cadeira de História da Educação do Brasil, e aceito comentários, críticas e discórdias, para poder ampliar minhas idéias sobre essa primeira parte do livro!
Espero que gostem de minhas conclusões!
O autor inicia o livro apontando a predisposição do português para a colonização híbrida, pelo fato de Portugal ter sido influenciado pela África. Isso permitiu que os portugueses (diferentemente de outros colonizadores europeus) conseguiram se adaptar relativamente bem ao Brasil, mesmo com todas as suas adversidades. Logo na sua primeira chegada ao Brasil, notamos a rápida mistura dos portugueses com as índias da região, caracterizando aí o início de um hibridismo cultural. Outro fator que foi de fácil adaptabilidade do português em nosso País foi o clima, pois o clima de Portugal era equivalente ao clima africano, que por sua vez tinha suas semelhanças com o Brasil colônia. Apesar desses fatores positivos, os Europeus que aqui se instalaram não deixaram de ter suas dificuldades. Como diz no livro: ?tudo aqui era desequilíbrio?. Enchentes e secas; solo desfavorável ao plantio; insetos e vermes nocivos ao homem; etc. Mas, apesar de todas as adversidades da Nova Terra os portugueses tornaram vitoriosa sua colonização.
É também citada nesse capítulo inicial a família, por ser o grande fator colonizador do Brasil desde o século XVI. Assim, o autor ressalta a união entre os portugueses e índios, formando assim um forte hibridismo cultural. Algo que também me chamou a atenção foi quando é dito que mulheres européias (geralmente moças órfãs) vinham para o Brasil para casarem-se com os colonos que aqui habitavam, que coincide com o filme ?Desmundo?, que vimos em aula. Depois, o autor cita outros fatores que caracterizaram o Brasil colônia, como o engenho de cana de açúcar, o bandeirante (que, de acordo com o texto seria um fundador de subcolônias, por ser um explorador dos entremeios do país), a religião (podiam entrar indivíduos de todas as raças no Brasil, desde que fossem católicos), a alimentação (tanto dos senhores de engenho quanto do escravo, e sua influência até os dias de hoje na população brasileira), a sífilis (trazida pelos primeiros europeus que aqui chegaram), etc. Enfim, apesar de todas as controvérsias e de todos os antagonismos da formação brasileira, os europeus passaram por cima de tudo isso e conseguiram, assim, formar a sociedade em que vivemos hoje, com toda a sua variedade de raça e cultura.
Este foi meu breve resumo sobre o primeiro capítulo de Casa Grande e Senzala!
Resolvi postar aqui minha contribuição sobre o meu entendimento do o primeiro capítulo da leitura que fazemos na cadeira de História da Educação do Brasil, e aceito comentários, críticas e discórdias, para poder ampliar minhas idéias sobre essa primeira parte do livro!
Espero que gostem de minhas conclusões!
O autor inicia o livro apontando a predisposição do português para a colonização híbrida, pelo fato de Portugal ter sido influenciado pela África. Isso permitiu que os portugueses (diferentemente de outros colonizadores europeus) conseguiram se adaptar relativamente bem ao Brasil, mesmo com todas as suas adversidades. Logo na sua primeira chegada ao Brasil, notamos a rápida mistura dos portugueses com as índias da região, caracterizando aí o início de um hibridismo cultural. Outro fator que foi de fácil adaptabilidade do português em nosso País foi o clima, pois o clima de Portugal era equivalente ao clima africano, que por sua vez tinha suas semelhanças com o Brasil colônia. Apesar desses fatores positivos, os Europeus que aqui se instalaram não deixaram de ter suas dificuldades. Como diz no livro: ?tudo aqui era desequilíbrio?. Enchentes e secas; solo desfavorável ao plantio; insetos e vermes nocivos ao homem; etc. Mas, apesar de todas as adversidades da Nova Terra os portugueses tornaram vitoriosa sua colonização.
É também citada nesse capítulo inicial a família, por ser o grande fator colonizador do Brasil desde o século XVI. Assim, o autor ressalta a união entre os portugueses e índios, formando assim um forte hibridismo cultural. Algo que também me chamou a atenção foi quando é dito que mulheres européias (geralmente moças órfãs) vinham para o Brasil para casarem-se com os colonos que aqui habitavam, que coincide com o filme ?Desmundo?, que vimos em aula. Depois, o autor cita outros fatores que caracterizaram o Brasil colônia, como o engenho de cana de açúcar, o bandeirante (que, de acordo com o texto seria um fundador de subcolônias, por ser um explorador dos entremeios do país), a religião (podiam entrar indivíduos de todas as raças no Brasil, desde que fossem católicos), a alimentação (tanto dos senhores de engenho quanto do escravo, e sua influência até os dias de hoje na população brasileira), a sífilis (trazida pelos primeiros europeus que aqui chegaram), etc. Enfim, apesar de todas as controvérsias e de todos os antagonismos da formação brasileira, os europeus passaram por cima de tudo isso e conseguiram, assim, formar a sociedade em que vivemos hoje, com toda a sua variedade de raça e cultura.
Este foi meu breve resumo sobre o primeiro capítulo de Casa Grande e Senzala!

2 Comentários:
GOSTEI MUITO DO TEU RESUMO
SIMONE
Parabéns pela iniciativa!
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