O Movimento da Arte
Segue relatos sobre visitas feitas pelo grupo a locais referentes ao nossa pesquisa FASE,ela está localizada na vila Cruzeiro, o acesso foi fácil, pois nosso colega Marcos é monitor da FASE.
Fomos atendidos pela tecnica em educação "G", a sala onde fomos atendidos era bem pequena, as cores do local eram bem neutras, em que predomina branco, preto, cinza e creme.
Ao ser interrogada sobre suas funções "G" disse acompanhar todas as atrividadesdesde tomar banho até comparecimento ao Fórum. A respeito do banho, muitos não tem este hábito, pois são de origem muito pobre, e em suas casas não há acesso à água.
A todo momento os jovens estão sendo avaliados. Todas as atividades são acompanhadas para que se possa avaliá-los, o acompanhamento se dá nas audiências também. Informações sobre como os jovens estão se comportando, ou se envolveu-se em outros delitos, também são fornecidas. A família é procurada, assim como o local onde morava para que sejam colhidos dados sobre sua história, verifica-se se frequentava a escola para obter informações da professor(a)e colegas.
No estabelecimento existem cerca de 105 menores infratores, somente meninos. Os delitos mais comuns são estrupo, latrocínio, assalto à mão armada, roubo, assassinato, tem um aqui que matou os pais, disse "G".
Lá existe uma escola de parecer, os que frequentam são avaliados pelo comportamento. Às vezes o menor está na 7ª ou 8ª serie e não sabe ler,a colega Camila observou que se não sabem ler não poderão cursar o Ensino Médio. Então "G" responde que lá é fundo do poço, a maioria dos que estão lá ou vai para o presidio ou para o cemitério. mas nós trabalhamos aqui com a esperança.
Sobre arte "G" nos informou que existiu lá oficina de desenho e de hip-Hop, mas as pessoas que desenvolviam estas atividades se aposentaram ou desistiram, lá a arte tem um carater de ocupar o tempo ocioso, patra internalizar os limites, eles não têm limites.
Há controle absoluto sobre o movimento, para que seja o menor possível.
Existe uma oficina em que se produz artesanato e também uma confecção de sacolas plásticas, os internos disputam um lugar nestas "oficinas", pois quem trabalha alí recebe 150 reais por mês.
Visita à Casa de Cultura Mario Quintana, lá foi criado um projeto, Abrindo Horizontes, fomos muito bem atendidos. O projeto foi iniciativa do Diretor da CCMQ, que pretendeu envolver o jovens e crianças que circulavam pelas imediações, menores de rua drogados, pedintes, vendedores menores de 18 anos.
O projeto prevê três fases:
1ªSensibilização, visita visita guiadaem que são informados sobre o que tem em cada espaço da casa, e o que é arte.
2ªtenta-se encaixar cada um nas oficinas disponíveis.
3ªPelas oficinas leva-se os menores ao ensinoformal.
O início do projeto foi difícil, poucos menores apareciam, então começaram a ser feitas abordagens nas ruas, o que fez aumentar o número de participantes. Hoje passam mais de 400 menores por mês, das imediações e entidades como a FASE.
Se oferece as seguintes oficinas:
Fábrica de Brinquedo;
Teatro;
Informática;
Dança, Rap;
Fotografia na lata;
Música, Hip-Hop;
Literatura;
Artes 1 e Artes 2, Artes Plásticas;
As oficinas tem duração de uma hora.
O projeto era financiado somente pela secretaria de cultura do estado, agora tem financiamento da copesul, através da Lei de Rounet.
Existem problemas disciplinares, na oficina de informática os menores acessavam sites pornôs, foi preciso contratar dois monitores. As medidas disciplinares vão da suspensão de uma disciplina até a suspensão total, em que o menor não pode mais frequentar nenhuma oficina.
Grupo: Adriano, Márcia e Tanise
POst; tanise
Fomos atendidos pela tecnica em educação "G", a sala onde fomos atendidos era bem pequena, as cores do local eram bem neutras, em que predomina branco, preto, cinza e creme.
Ao ser interrogada sobre suas funções "G" disse acompanhar todas as atrividadesdesde tomar banho até comparecimento ao Fórum. A respeito do banho, muitos não tem este hábito, pois são de origem muito pobre, e em suas casas não há acesso à água.
A todo momento os jovens estão sendo avaliados. Todas as atividades são acompanhadas para que se possa avaliá-los, o acompanhamento se dá nas audiências também. Informações sobre como os jovens estão se comportando, ou se envolveu-se em outros delitos, também são fornecidas. A família é procurada, assim como o local onde morava para que sejam colhidos dados sobre sua história, verifica-se se frequentava a escola para obter informações da professor(a)e colegas.
No estabelecimento existem cerca de 105 menores infratores, somente meninos. Os delitos mais comuns são estrupo, latrocínio, assalto à mão armada, roubo, assassinato, tem um aqui que matou os pais, disse "G".
Lá existe uma escola de parecer, os que frequentam são avaliados pelo comportamento. Às vezes o menor está na 7ª ou 8ª serie e não sabe ler,a colega Camila observou que se não sabem ler não poderão cursar o Ensino Médio. Então "G" responde que lá é fundo do poço, a maioria dos que estão lá ou vai para o presidio ou para o cemitério. mas nós trabalhamos aqui com a esperança.
Sobre arte "G" nos informou que existiu lá oficina de desenho e de hip-Hop, mas as pessoas que desenvolviam estas atividades se aposentaram ou desistiram, lá a arte tem um carater de ocupar o tempo ocioso, patra internalizar os limites, eles não têm limites.
Há controle absoluto sobre o movimento, para que seja o menor possível.
Existe uma oficina em que se produz artesanato e também uma confecção de sacolas plásticas, os internos disputam um lugar nestas "oficinas", pois quem trabalha alí recebe 150 reais por mês.
Visita à Casa de Cultura Mario Quintana, lá foi criado um projeto, Abrindo Horizontes, fomos muito bem atendidos. O projeto foi iniciativa do Diretor da CCMQ, que pretendeu envolver o jovens e crianças que circulavam pelas imediações, menores de rua drogados, pedintes, vendedores menores de 18 anos.
O projeto prevê três fases:
1ªSensibilização, visita visita guiadaem que são informados sobre o que tem em cada espaço da casa, e o que é arte.
2ªtenta-se encaixar cada um nas oficinas disponíveis.
3ªPelas oficinas leva-se os menores ao ensinoformal.
O início do projeto foi difícil, poucos menores apareciam, então começaram a ser feitas abordagens nas ruas, o que fez aumentar o número de participantes. Hoje passam mais de 400 menores por mês, das imediações e entidades como a FASE.
Se oferece as seguintes oficinas:
Fábrica de Brinquedo;
Teatro;
Informática;
Dança, Rap;
Fotografia na lata;
Música, Hip-Hop;
Literatura;
Artes 1 e Artes 2, Artes Plásticas;
As oficinas tem duração de uma hora.
O projeto era financiado somente pela secretaria de cultura do estado, agora tem financiamento da copesul, através da Lei de Rounet.
Existem problemas disciplinares, na oficina de informática os menores acessavam sites pornôs, foi preciso contratar dois monitores. As medidas disciplinares vão da suspensão de uma disciplina até a suspensão total, em que o menor não pode mais frequentar nenhuma oficina.
Grupo: Adriano, Márcia e Tanise
POst; tanise

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