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segunda-feira, abril 17, 2006

Aula de História da Educação no Brasil- 19/04/06

A aula virtual de hoje tem como objetivo bloggar a sistematização dos capítulos 2 e 3 do livro Casa Grande e Senzala, de Freyre. Pensando a pesquisa " incertezas: olhares entre meios" , tendo presente as categorias de análise da história do Brasil proposta por este autor.

3 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

Analisando o segundo capítulo do livro, vemos um forte hibridismo culinário. Um bom exemplo disso seria a tapioca de coco molhada que possui os ingredientes da culinária africana, indígena e européia. Temos muitos exemplos da comida dos tempos da colonização que ainda conhecemos e degustamos até hoje: dos índios, o milho (usado também para fazer farinha), a mandioca, a batata doce, o palmito, o caju... e dos africanos temos ainda a pimenta, largamente utilizada ainda nos dias de hoje.

Em se tratando de educação indígena, podemos pensar que eles eram criados em total liberdade, sem medos e superstições, como o ideal proposto por Rousseau. Pelo contrário, eram amedrontados por rituais de dança feito pelos adultos, em que se mascaravam de "papões", para mostrá-los qual seria o castigo de uma certa conduta errada do menino. Esse medo era incutido nas crianças com o fim moral e pedagógico, fazendo com que elas conservassem a ordem e não precisassem de castigo. Mesmo sendo submetidos a todos esses rituaias as crianças ameríndias brincavam com muito mais gosto do que as crianças portuguesas.

Quanto ao asseio, mesmo as crianças crescendo livres de fraldas, cueiros e panos, isso não significava que eram sujas. Usavam-se folhas e lascas de madeiras de papel higiênico e cueiro de menino.

A catequese dos meninos seria melhor se fosse feita pelos padres franciscanos pelo fato de não ensinarem a leitura, escrita e aritmética, e incentivarem as atividades manuais. Ainda na catequese, os meninos eram incutidos de valores cristãos para assim transmiti-los a seus pais. Se não fosse os Jesuítas, o Brasil seria uma segunda África, produtora de escravos.

Dentro das escolas missionárias a língua indígena era cultivada ao lado das línguas dos brancos e do latim. A comunicação em geral era feita através do tupi-guarani.

Relacionando a leitura dos capítulos do livro com a nossa realidade, podemos observar os diferentes olhares destacados pelo autor. Olhares esses, de três culturas diferentes sobre um mesmo contexto. A seguir, uma música que nos foi apresentada pela professora Pitty, que mostra as incertezas.

A Seta e o Alvo
Zeca Baleiro

Eu falo de amor à vida.
Você de medo à morte.
Eu falo da força e do acaso.
Você de azar ou sorte.

Eu ando num labirinto.
E você numa estrada em linha reta.
Te chamo pra festa, mas você só quer atingir sua meta, sua meta.

É a seta no alvo, mas o alvo na certa não te espera.

Eu olho pro infinito e você de óculos escuros.
Eu digo "te amo" e você só acredita quando eu juro.

Eu lanço minha alma no espaço.
Você pisa os pés na terra.
Eu experimento o futuro e você só lamenta não ser o que era, o que era.

É a seta no alvo, mas o alvo na certa não te espera.

Eu grito por liberdade.
Você deixa a porta se fechar.
Eu quero saber a verdade e você se preocupa em não se machucar.

Eu corro todos os riscos.
Você diz que não tem mais bondade.
Eu me ofereço inteiro e você se satisfaz com verdades.

É a meta de uma seta no alvo, mas o alvo na certa não te espera.

Então me diz qual é a graça de já saber o fim da estrada quando se parte rumo ao nada?

Sempre a meta de uma seta no alvo, mas o alvo na certa não te espera. Então me diz qual é a graça de já saber o fim da estrada quando se parte rumo ao nada?

Carla, Daniela e Estéfani

11:57 AM  
Blogger Turma disse...

Incertezas de uma civilização lusitana nos trópicos

A origem da nação portuguesa é sem dúvida multicultural, o que pode ser evidenciado no adágio: "Branca para casar, mulata para f... , negra para trabalhar."
Diversos matizes sociais contribuíram para formação da cultura lusitana: "o europeu e o africano, o católico e o maometano, o dinâmico e o fatalista".

Sem este dinamismo estrutural da sociedade lusa, não seria possível a incorporação de outros grupos étnicos no processo de formação-formatação colonial. Sob a égide portuguesa foram assimilados elementos (populações) guarani-iorubás (nativo-brasileiros e africanos) que contribuíram, decisivamente, no âmbito sanitário e no âmbito econômico-nutricional, ? produção de gêneros para subsistência, tipos de cultura e lavoura ?, entre outros.

Em breve prossegue...

Alessandra, César, Kelli e Rocheli.

12:11 PM  
Anonymous Anônimo disse...

ONDE ESTÃO OS COMENTÁRIOS DA TATIANE, PAULA, CAMILA E JOSIANE??????????????????????????LEMBRANDO QUE A POSTAGEM NO BLOGGER VALE PRESENÇA DOS DIAS 19/4 E 17/04.
SIMONE

6:50 AM  

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