Os historiadores do século XIX limitaram a procedência dos escravos importados para o Brasil, para o estoque Banto(Angola), porém a formação africana no Brasil foi muito mais abrangente. Devido à necessidade de mão-de-obra na região açurareira (Pernambuco e Bahia) durante o século XVI esses estados e também maranhão e Grão-Pará, tornaram-se o destino dos povos africanos trazidos da alta e baixa Guiné (atualmente Serra Leoa, Senegal, Guiné, Guiné Bissau e Gâmbia). Já no século XVII quando a costa de Angola (correspondentes hoje aos países do Congo, Gabão, Guiné Equatorial e Angola) era o principal foco do tráfico de escravos, sendo esses levados para Bahia, Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro, São Paulo e regiões do centro sul do Brasil, como consequência da epidemia da varíola em Angola o tráfico foi temporariamente transferido para Costa da Mina (Alata Guiné e Golfo da Guiné), região que corresponde hoje aos países de Còte D`ivoire, Gana, Togo, Benin, Nigéria e Camarões.
Os Fulas, negros considerados do ponto de vista antropológico, superiores em comparação a outros negros, vieram para o Brasil com destino às Capitanias e Provínciasdo Norte (alguns emigraram para Minas e São Paulo) diz-se que este povo, por possuir uma mistura de sangue hamítico e árabe, contribui para o progresso brasileiro nas regiões em que ocupou. Igualmente mestiços de Hamitas , os Haúça também tiveram larga exportação, só que para Bahia. Enquanto nas colônias Inglesas, o critério de importação dos escravos era essencialmente agrícola, no Brasil os critérios eram outros, entre eles a falata de mulheres brancas e as necessidades de técnica em trabalhos de metal (Bisogos, Iebus e Mandingos) com o surgimento das minas.
Mesmo com os tratados do tráfico negreiro, na primeira metade do século XIX, algumas regiões africanas continuaram a ser atingidas, entre elas destacam-se: Gana, Togo, Nigéria, Congo, Angola e Moçambique.
Ainda hoje muito se desconhece sobre a imigração dos escravos negros para o Brasil, uma vez que o eminente bahiano, conselheiro Rui Barbosa, ministro do governo provisório após a proclamação da República de 89, mandou queimar os arquivos da escravidão, tornando as pesquisas em torno do assunto extremamente complicadas e muito difícil de determinar as raízes africanas do povo brasileiro.
Carolina Monteiro, Juliana Freitas, Júlia Osório, Priscila Tatiane, Ana carolina, Bárbara Pires, Renata Barcelos e Graziela Ragazzon
Os Fulas, negros considerados do ponto de vista antropológico, superiores em comparação a outros negros, vieram para o Brasil com destino às Capitanias e Provínciasdo Norte (alguns emigraram para Minas e São Paulo) diz-se que este povo, por possuir uma mistura de sangue hamítico e árabe, contribui para o progresso brasileiro nas regiões em que ocupou. Igualmente mestiços de Hamitas , os Haúça também tiveram larga exportação, só que para Bahia. Enquanto nas colônias Inglesas, o critério de importação dos escravos era essencialmente agrícola, no Brasil os critérios eram outros, entre eles a falata de mulheres brancas e as necessidades de técnica em trabalhos de metal (Bisogos, Iebus e Mandingos) com o surgimento das minas.
Mesmo com os tratados do tráfico negreiro, na primeira metade do século XIX, algumas regiões africanas continuaram a ser atingidas, entre elas destacam-se: Gana, Togo, Nigéria, Congo, Angola e Moçambique.
Ainda hoje muito se desconhece sobre a imigração dos escravos negros para o Brasil, uma vez que o eminente bahiano, conselheiro Rui Barbosa, ministro do governo provisório após a proclamação da República de 89, mandou queimar os arquivos da escravidão, tornando as pesquisas em torno do assunto extremamente complicadas e muito difícil de determinar as raízes africanas do povo brasileiro.
Carolina Monteiro, Juliana Freitas, Júlia Osório, Priscila Tatiane, Ana carolina, Bárbara Pires, Renata Barcelos e Graziela Ragazzon

0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial