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sexta-feira, setembro 16, 2005

Marx e a Revolução Francesa

Minha observação da história foi a que os personagens se encontram na sala de espera e um deles está lendo uma revista onde o "O Homem do Ano" (1814) foi Napoleão e a partir daí refleti sobre o que Napoleão me faz lembrar e não pude deixar de associar a figura de Napoleão à Revolução Francesa, mesmo sabendo que são momentos diferentes da história, mas não há como pensar no que Napoleão representou para a França e os desdobramentos posteriores que culminam na Revolução Francesa. Os ideais da revolução; liberdade, igualdade e fraternidade não deixam de constar na obra de Marx , para quem a sociedade deveria se basear na revolta do Proletariado onde todos seriam iguais(igualdade), uma sociedade de homens livres (liberdade) e vivendo em harmonia (fraternidade), onde o todo prevaleceria sobre o individual. Pensamento utópico numa sociedade capitalista, onde o que prevalece é a vontade daqueles que detém do poder em detrimento da massa de trabalhadores que acabam mantendo a sociedade sem grandes perspectivas, não diferenciando-se do período que acabou culminando com a Revolução Francesa. Pergunto-me, poderemos algum dia alcançar uma sociedade na qual os ideais marxistas e da Revolução Francesa possam estar presentes no nosso dia-a-dia?

Marco Fröes

1 Comentários:

Blogger Carmen Lucia disse...

Marcos
Ainda hoje parece que continuamos como cachorro atrás do rabo, em busca destes mesmos princípios, acrescidos de outros como justiça e "comida para todos os seres que habitam o planeta"!Mas, somos educadores...

6:41 PM  

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